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quarta-feira, 13 de julho de 2011
O (DES)ASTRO
Sabem o que se salvou no primeiro capítulo de O Astro? The Commodors, Barry White e Donna Summer. Afinal, em que época se passa a trama ou será mais uma dessas que deixa o telespectador dessituado? Músicas dos anos 70, cabelo da Regina Duarte fica entre os 60 e 70 (uma coisa meio Ao Mestre Com Carinho), o modelito da Carolina Ferraz não poderia ser mais feio, Daniel Filho - pra variar - um tom acima. Com o turbante e olhos muito pintados de preto, Rodrigo Lombardi estava mais pro indiano Raj do que para o Herculano. Parecia que a qualquer minuto ia começar aquela dancinha do pescoço. Henri Castelli não convenceu como o sedutor Felipe. E o coitado do Thiago Fragoso? Recebeu um papel forte, denso, mas de muita sensibilidade, interpretado incrivelmente por Tony Ramos. Impossível não compará-los. Saudades de Cuoco, o verdadeiro Astro. Será que amanhã melhora? (SM/PRM)
sábado, 11 de setembro de 2010
Cuoco exala tesão!
Sempre fui fã de Tarcisão e de Cuoco. Os dois másculos, bonitos, passando emoção nas cenas românticas, coisa que deixava qualquer garota da minha época empolgada, sonhando com o príncipe encantado. Mas o tempo passou e descobri duas coisas: príncipe encantado não existe e Cuoco é muito bom em comédias. Agora mesmo está dando um baile, ao lado de Irene Ravache, em Passione. O casal cheio de fogo e paixão, meu iaiá, meu ioiô, consegue fazer rir e... pensar! Isso mesmo. Clô com suas maluquices, e Olavo com seu jeitão-rude-de-ser se amam e exalam tesão. Mostram que não há esses limites idiotas que a sociedade impõe, e que os mais maduros podem tudo! Melhor ainda: Olavo morre de desejo por uma mulher um pouco mais nova do que ele. Nada de babar por garotinhas. Clô usa suas armas para manter acesa a chama da relação. Sem falsos pudores. Eles são muito bem resolvidos e felizes. E deixam no telespectador a certeza de que há vida após os 65!
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