Hipertensão acabou. e Tico Santa Cruz foi eliminado de A Fazenda. Já foram tarde! A gincana da Globo não deixa saudade, depois de ter abusado das provas com situações bizarras, banquetes exóticos e bichos asquerosos. Enfim, um show de horrores. A surpresa é que na final, vencida por Toshi, o expediente não foi usado. No entanto, o reality serviu para revelar uma nova faceta de Glenda Kozlowski, competente âncora e repórter de esportes. Estreante no campo do entretenimento, mostrou ter maturidade e jogo de cintura para conduzir um programa desse gênero, fazendo papel de apresentadora e juíza das provas. Foi enérgica com os participantes, quando preciso, embora, algumas vezes, subisse o tom de voz mais do que o necessário.
A saída de Tico já era esperada. Prepotente e arrogante, o vocalista dos Detonautas pegou pesado com o meio-infantil-meio-preguiçoso Dudu Pelizzari, e acabou (merecidamente!) pagando o pato. Mas Tico deixa um discípulo para que seja mantida a dinâmica (leia-se, confusão) do jogo: Sérgio Abreu, que segue a linha do mentor no quesito prepotência. Além de Sérgio, Luiza é "viúva" dos rompantes do detonauta. Ou seja, ainda vem muita confusão por aí.
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sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Comer vermes vale 500 mil???
Nunca tomei vermífugo. Não tenho ideia do gosto nem imagino como se dá o efeito. Mas não deve ser pior do que as porcarias que os participantes do Hipertensão são obrigados a engolir. O uso de vermes nas provas de eliminação é quase uma obsessão do reality da Globo. A tarefa embrulha o estômago dos jogadores e do público. No primeiro episódio, tiveram que beber um coquetel com vermes, fígado e óleo, batidos no liquidificador. De olho nos candidatos, a apresentadora Glenda Kozlowski avisava: "Se tiver ânsia de vômito, pode vomitar dentro do copo, e continuar bebendo". Argh! No último domingo, as larvas voltaram a ser o foco principal da prova eliminatória. Para continuar no jogo, competidores tinham que encher um recipiente com os bichos, pegando-os com a boca em outra vasilha. Num canto, Glenda assistia a tudo com cara de nojo, mas sem perder a pose de fiscal da tarefa. Tanta escatologia não é novidade. Programas como No limite, Jogo duro e a primeira versão de Hipertensão já apelaram para coisas nojentas, como banquetes de bichos exóticos, servidos como finas iguarias. Uma repetição que enjoa. E muito.
sábado, 28 de agosto de 2010
O desafio de Glenda
Uma ligação do diretor Boninho tirou Glenda Kozlowski do conforto da redação do esporte para um campo de provas em Buenos Aires. Depois de ancorar o desfile das escolas de samba, ela vai apresentar a nova versão do Hipertensão, que é gravada na capital argentina e estreia nesta quinta-feira (dia 2), na Globo. Com 14 episódios, o programa vai apostar em provas radicais e de convivência, já que os 16 participantes ficarão em uma mansão. Em conversa com o Espaço TV, Glenda conta que “as provas são de tirar o fôlego”: “Na piscina ou no ar, o coração vai disparar, com certeza! Vai ser difícil tirar os olhos da telinha. Vem muita ação pela frente. Muitas provas ao ar livre, convivência numa casa... ”.
Estreante no comando de reality, ela diz que o programa é um grande desafio e garante que não está nervosa, mas curiosa. “Pela primeira vez, estou longe do meu dia a dia na redação do jornalismo”. A apresentadora só vai interagir com os participantes durante as provas. Fora isso, convivência zero!
Glenda conta que não viu o primeiro Hipertensão, comandado por Zeca Camargo e exibido em 2002. O reality teve banquete de comidas nojentas e provas de esforço físico e coragem. Era uma espécie de No limite, só que mais curto e sem confinamento, e tapou buraco na grade da Globo, aos domingos, entre o fim do primeiro e o início do segundo BBB. A apresentadora não conseguiu conversar com Zeca, porque estava de férias. Mas ela pegou boas dicas com outro especialista, Pedro Bial, o Chacrinha do Big Brother. “Ele é um expert no assunto”, finaliza.
Estreante no comando de reality, ela diz que o programa é um grande desafio e garante que não está nervosa, mas curiosa. “Pela primeira vez, estou longe do meu dia a dia na redação do jornalismo”. A apresentadora só vai interagir com os participantes durante as provas. Fora isso, convivência zero!
Glenda conta que não viu o primeiro Hipertensão, comandado por Zeca Camargo e exibido em 2002. O reality teve banquete de comidas nojentas e provas de esforço físico e coragem. Era uma espécie de No limite, só que mais curto e sem confinamento, e tapou buraco na grade da Globo, aos domingos, entre o fim do primeiro e o início do segundo BBB. A apresentadora não conseguiu conversar com Zeca, porque estava de férias. Mas ela pegou boas dicas com outro especialista, Pedro Bial, o Chacrinha do Big Brother. “Ele é um expert no assunto”, finaliza.
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