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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Dança das cadeiras no esporte da Globo

Com a estreia de Tande no Esporte Espetacular, ao lado de Glenda Kozlowski, neste domingo, a Globo aproveita para promover uma dança das cadeiras entre os apresentadores de esporte. Luis Ernesto Lacombe deixa o programa dominical e assume o noticiário esportivo do Bom Dia Brasil. Já Luciana Ávila passa a fazer reportagens para o EE. Alex Escobar continua no comando do Globo Esporte local, enquanto Cris Dias fica na apresentação do GE nacional. Mudanças são sempre bem-vindas, principalmente numa editoria em que alguns profissionais costumam se perpetuar. Aposto que já tem gente torcendo para esse movimento chegar ao time de narradores e comentaristas.

terça-feira, 8 de março de 2011

Atropelos, gracinhas e falação demais no Carnaval da Globo

Fim dos desfiles das escolas de samba no Rio e Glenda Kozlowski, do lado de fora do estúdio, ensaia uma corridinha para ver se ainda tinha alguém para passar pela Avenida. Uma gracinha exagerada e desnecessária, como tantas outras que a apresentadora protagonizou ao longo da transmissão da Globo. No quesito "animação", Glenda extrapolou e botou no chinelo seu parceiro de apresentação, Luis Roberto. Parecia estar ligada numa tomada de 220 volts ou bebido um engradado de energético. Já o locutor esportivo, em seu segundo ano de Carnaval, tentou acompanhar o pique "bem-humorado" da colega, mas o máximo que conseguiu foi competir com ela. Muitas vezes, um atropelava o outro para contar algum detalhe sobre o enredo, uma fantasia ou uma alegoria. Travaram uma espécie de competição, um quiz show carnavalesco, para ver qual dos dois tinha decorado mais e melhor as informações sobre as escolas cariocas. Muito chato! Mas pior do que o excesso de empolgação e o abuso nas gracinhas foi a falação! Como papagaios, Glenda e Luis Roberto não pararam de falar o tempo todo, soando como um ruído em meio ao samba das escolas. Isso irritou muita gente que queria apenas curtir os desfiles. Falando sério, deu saudades dos tempos de narração do Fernando Vanucci. Alô vocês!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Hipertensão e Tico já foram tarde

Hipertensão acabou. e Tico Santa Cruz foi eliminado de A Fazenda. Já foram tarde! A gincana da Globo não deixa saudade, depois de ter abusado das provas com situações bizarras, banquetes exóticos e bichos asquerosos. Enfim, um show de horrores. A surpresa é que na final, vencida por Toshi, o expediente não foi usado. No entanto, o reality serviu para revelar uma nova faceta de Glenda Kozlowski, competente âncora e repórter de esportes. Estreante no campo do entretenimento, mostrou ter maturidade e jogo de cintura para conduzir um programa desse gênero, fazendo papel de apresentadora e juíza das provas. Foi enérgica com os participantes, quando preciso, embora, algumas vezes, subisse o tom de voz mais do que o necessário.
A saída de Tico já era esperada. Prepotente e arrogante, o vocalista dos Detonautas pegou pesado com o meio-infantil-meio-preguiçoso  Dudu Pelizzari, e acabou (merecidamente!) pagando o pato. Mas Tico deixa um discípulo para que seja mantida a dinâmica (leia-se, confusão) do jogo: Sérgio Abreu, que segue a linha do mentor no quesito prepotência. Além de Sérgio, Luiza é "viúva" dos rompantes do detonauta. Ou seja, ainda vem muita confusão por aí.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Comer vermes vale 500 mil???

Nunca tomei vermífugo. Não tenho ideia do gosto nem imagino como se dá o efeito. Mas não deve ser pior do que as porcarias que os participantes do Hipertensão são obrigados a engolir. O uso de vermes nas provas de eliminação é quase uma obsessão do reality da Globo. A tarefa embrulha o estômago dos jogadores e do público. No primeiro episódio, tiveram que beber um coquetel com vermes, fígado e óleo, batidos no liquidificador. De olho nos candidatos, a apresentadora Glenda Kozlowski avisava: "Se tiver ânsia de vômito, pode vomitar dentro do copo, e continuar bebendo". Argh! No último domingo, as larvas voltaram a ser o foco principal da prova eliminatória. Para continuar no jogo, competidores tinham que encher um recipiente com os bichos, pegando-os com a boca em outra vasilha. Num canto, Glenda assistia a tudo com cara de nojo, mas sem perder a pose de fiscal da tarefa. Tanta escatologia não é novidade. Programas como No limite, Jogo duro e a primeira versão de Hipertensão já apelaram para coisas nojentas, como banquetes de bichos exóticos, servidos como finas iguarias. Uma repetição que enjoa. E muito.

sábado, 28 de agosto de 2010

O desafio de Glenda

Uma ligação do diretor Boninho tirou Glenda Kozlowski do conforto da redação do esporte para um campo de provas em Buenos Aires. Depois de ancorar o desfile das escolas de samba, ela vai apresentar a nova versão do Hipertensão, que é gravada na capital argentina e estreia nesta quinta-feira (dia 2), na Globo. Com 14 episódios, o programa vai apostar em provas radicais e de convivência, já que os 16 participantes ficarão em uma mansão. Em conversa com o Espaço TV, Glenda conta que “as provas são de tirar o fôlego”: “Na piscina ou no ar, o coração vai disparar, com certeza! Vai ser difícil tirar os olhos da telinha. Vem muita ação pela frente. Muitas provas ao ar livre, convivência numa casa... ”.
Estreante no comando de reality, ela diz que o programa é um grande desafio e garante que não está nervosa, mas curiosa. “Pela primeira vez, estou longe do meu dia a dia na redação do jornalismo”. A apresentadora só vai interagir com os participantes durante as provas. Fora isso, convivência zero!

Glenda conta que não viu o primeiro Hipertensão, comandado por Zeca Camargo e exibido em 2002. O reality teve banquete de comidas nojentas e provas de esforço físico e coragem. Era uma espécie de No limite, só que mais curto e sem confinamento, e tapou buraco na grade da Globo, aos domingos, entre o fim do primeiro e o início do segundo BBB. A apresentadora não conseguiu conversar com Zeca, porque estava de férias. Mas ela pegou boas dicas com outro especialista, Pedro Bial, o Chacrinha do Big Brother. “Ele é um expert no assunto”, finaliza.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Belas em campo

Na RedeTV! quem entende de futebol são as mulheres. A emissora tira do ar o Bola na rede, de Fernando Vanucci, para colocar no lugar, a partir deste domingo (dia 21), o Belas na rede, com um time feminino de parar o jogo. A apresentação é de Paloma Tocci, com comentários de Milene Domingues, Juliana Cabral e Marília Ruiz, além de reportagens de Gabriela Pasqualin. Conheço gente que já está vaiando a ideia antes mesmo de o programa estrear. Mas vale lembrar que a presença feminina em programas esportivos não é novidade - na verdade, a ousadia da RedeTV! é a escalação só de mulheres. Na TV, elas já são muito bem representadas por nomes como Milena Ciribelli, uma das pioneiras na apresentação de atrações esportivas, e Glenda Kozlowski, um dos destaques dos últimos anos. Essas duas feras abriram caminho para outras revelações, como Luize Altenhofen, Renata Fan e Cristiane Dias. O Sportv está cheio delas, incluindo a mais recente revelação do canal, Fernanda Gentil, que mandou muito bem durante a Copa. Algum machista empedernido pode dizer: "Mulher não sabe comentar futebol". Eu rebato: "Não é verdade". Embora não sejam oficialmente comentaristas, Milena e Glenda dão bons pitacos sobre esportes e, quase sempre, enxergam o futebol sob um ângulo que muitos homens não percebem. O trio Paloma, Milene e Juliana não fez feio nos programas especiais exibidos pela RedeTV!, durantre a Copa. Vamos esperar para ver o que o quinteto de Belas têm a dizer. Se elas pisarem na bola, aí, sim, podemos criticá-las.