terça-feira, 7 de abril de 2015

Novas temporadas de ‘Junior Masterchef EUA’ e ‘Batalha dos Confeiteiros’ estreiam no Discovery H&H

Rio - Dois dos programas mais famosos do Discovery Home & Health começam, a partir de hoje, uma nova etapa da guerra entre cozinheiros mirins e adultos. Trata-se da terceira temporada de ‘Junior Masterchef EUA’, comandada pelo temido chef Gordon Ramsay, às 20h40, e do quarto ano de ‘Batalha dos Confeiteiros’, apresentada pelo não menos exigente Buddy Valastro, o 'Cake Boss', às 22h20.

O primeiro episódio de ‘Junior Masterchef EUA’ mostra as 19 crianças, com idades entre 8 e 13 anos, que disputam a batalha culinária por um prêmio de 100 mil dólares. Ramsay conduz a atração e também atua como jurado, ao lado do chef Graham Elliot e do restaurateur Joe Bastianich. A primeira prova eliminatória dos aspirantes a chef é preparar uma massa.


Na ‘Batalha dos Confeiteiros’, Buddy (foto) também participa do júri fixo, formado ainda pelo chocolatier Jacques Torres e pela confeiteira Bobbie Lloyd. Outra novidade é que os 20 participantes vão competir em duplas, e a cada episódio uma delas será eliminada. Os confeiteiros brigam por um emprego na Carlo’s Bakery, loja de bolos de Buddy, e um prêmio de 100 mil dólares.


Publicada em 7/04/2015 - O DIA

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Nova série do Lifetime acompanha rotina de jovens noviças em conventos nos Estados Unidos

Rio - Nada de namorados, baladas e bens materiais. Durante seis semanas, cinco jovens noviças ficam enfurnadas em um convento nos Estados Unidos para testar sua fé e devoção. No final da experiência, elas decidem se vão fazer os votos religiosos e se tornar freiras da Igreja Católica.
Com estreia hoje, às 22h30, no Lifetime, a série ‘The Sisterhood: Quase Freiras’ acompanha a jornada de Christie, Claire, Eseni, Francesca e Stacey, todas na faixa de 20 anos. 

De acordo com o canal, está é a primeira vez que as câmeras de TV têm acesso aos bastidores da rotina das noviças, conhecida como “fase do discernimento”, na qual elas decidem se vão seguir o caminho religioso.

Durante o processo, a série mostra as jovens Christie, Claire, Eseni, Francesca e Stacey trabalhando e rezando ao lado das freiras. No primeiro dos seis episódios, elas analisam a possibilidade de dedicarem suas vidas à Igreja. Foram visitados os conventos The Carmelites for the Aged and Infirm, em Nova York; The Daughters of St. Mary of Providence, em Chicago; e The Sisters of St. Joseph the Worker, em Walton, Kentucky.



Publicado em 6/04/2015 - O DIA

domingo, 5 de abril de 2015

Gael Garcia Bernal protagoniza série 'Sinfonia Insana' no Fox Life

Rio - Um jovem músico chega para reger a Orquestra Sinfônica de Nova York e acaba provocando conflitos nos bastidores. Assim começa a história de Rodrigo, um maestro talentoso e excêntrico, vivido pelo ator mexicano Gael García Bernal, na série ‘Sinfonia Insana’, baseada na obra ‘Mozart in The Jungle’ e escrita por Jason Schwartzman e Roman Coppola. A produção estreia nesta quarta-feira (dia 8), às 22h, no Fox Life.
 
Rodrigo tem um jeito particular e ideais revolucionários. As mudanças que o maestro pretende introduzir em uma das orquestras mais prestigiadas do mundo não são bem aceitas por muitos membros. No entanto, uma jovem e talentosa oboísta, Haley (Lola Kirke), apoia o novo regente, ao enxergar nele uma oportunidade de crescer na profissão. 

No auge da carreira, Rodrigo se divide entre a música clássica, sexo e drogas. Uma combinação que leva o protagonista a entrar em conflito com alguns integrantes da orquestra. O elenco traz ainda Malcolm McDowell (Thomas), Bernadette Peters (Gloria) e Saffron Burrows (Cynthia). 

Apesar de ter uma trajetória respeitável no cinema, Gael García Bernal ficou mais conhecido no Brasil pelo filme ‘Diários de Motocicleta’ (2004), em que interpretou Che Guevara, dirigido por Walter Salles.
Antes mesmo de estrear nas telonas, o mexicano seguiu os passos de muitos atores latino-americanos. Ele começou a carreira aos 14 anos na Televisa, fazendo a novela ‘Vovô e Eu’, exibida no Brasil pelo SBT, em 1992.


Publicada em 5/04/2015 - O DIA

sábado, 4 de abril de 2015

Programação temática na Semana Santa do canal History

Rio - Histórias bíblicas, mistérios sobre a imagem de Jesus e a trajetória do Papa Francisco são alguns dos temas da programação especial que o History leva ao ar nesta Semana Santa. Hoje, o canal exibe em sequência duas produções originais: os especiais ‘O Rosto de Jesus’, às 22h, e ‘O Papa do Fim do Mundo’, às 23h. 

O primeiro programa traz depoimentos de especialistas sobre lendas e verdades do rosto de Jesus. O biótipo do homem que introduziu a fé cristã no mundo ocidental ainda gera polêmica: a imagem divulgada de um homem alto, de cabelos longos e louros, barba e olhos azuis não é mais aceita, por ter sido amparada por ideais de beleza e perfeição caucasianos e não corresponder à realidade de sua origem regional.

O especial ‘O Papa do Fim do Mundo’ conta a trajetória do Papa Francisco, o argentino Jorge Mario Bergoglio, ex-arcebispo de Buenos Aires. Ele é o primeiro líder não europeu da Igreja Católica desde o ano de 741 e o primeiro Pontífice latino-americano da história.
Hoje e amanhã, às 20h, o canal ainda exibe os dois últimos episódios da minissérie épica ‘A Bíblia’.


Publicado em 4/04/2015 - O DIA

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Terceira temporada de 'The Following' estreia no Space

Rio - Um ano depois de ter colocado na cadeia o serial killer Joe Carrol (James Purefoy), o detetive do FBI Ryan Hardy (Kevin Bacon) vai enfrentar uma nova onda de crimes que vai tumultuar a sua vida. Na terceira temporada da série ‘The Following’, que estreia amanhã, às 22h30, com os dois primeiros episódios exibidos em sequência, no Space, o vilão da vez é Theo (Michael Ealy), um assassino capaz de adaptar seu comportamento e personalidade ao ambiente em que está inserido. 

Na temporada passada, com ajuda dos agentes Mike (Shawn Ashmore) e Max (Jessica Stroup), Ryan acabou com a seita de Carrol e prendeu seus seguidores fanáticos. O agente começa a nova temporada voltando ao trabalho em tempo integral no FBI. Tudo vai bem até Theo cometer os primeiros crimes.


O vilão tem uma irmã viciada, Penny (Megalyn Echikunwoke), que é sua confidente e conhece seus segredos. A série traz ainda um casal de assassinos, formado por Kyle (Hunter Parrish) e Daisy (Ruth Kearney). Paralelamente ao trabalho, Ryan embarca num romance com Gwen (Zuleikha Robinson), uma médica que trabalha no pronto-socorro.


Publicada em 2/04/2015 - O DIA

Luiz Fernando Guimarães vive uma dona de salão de beleza na série 'Acredita na Peruca'

Rio - Eleonora é uma milionária falida e ex-miss que não perde a pose. No salão de cabeleireiros que montou em Copacabana após vender seu apartamento no edifício Chopin, ela fala coisas cabeludas contra os pobres: “São pessoas feias que vivem mal e moram longe, além-túnel.” É essa personagem, polêmica e cheia de preconceito, que marca a volta de Luiz Fernando Guimarães à TV em ‘Acredita na Peruca’, série de humor que estreia no dia 18 de maio no Multishow.

“O que ela fala não é maldade, é uma brincadeira. Minha mãe não era diferente da Eleonora. Conheço senhoras que falam essas coisas. As pessoas só não se mostram, mas a humanidade é assim. E o programa capta isso tudo, não é um programa bonzinho. Em alguns momentos, ele tem ternura, o elenco quase chora, mas é ordinário nesse aspecto”, diz Luiz Fernando Guimarães no intervalo de uma gravação que O DIA acompanhou.

O cenário é um salão de cabeleireiros, onde se passam os 20 episódios, com direção-geral de Charles Möeller e Claudio Botelho, dupla conhecida como Reis dos Musicais. Assim como Caco Antibes (Miguel Falabella) em ‘Sai de Baixo’, Eleonora faz comentários ácidos e bem-humorados, menos agressivos, o tempo inteiro sobre as classes menos favorecidas, provocando quase sempre gargalhadas nas mais de 300 pessoas — muitas vindas de caravanas de bairros das Zonas Norte e Oeste da cidade — que lotam o Teatro Adolpho Bloch, na Glória, onde o programa é gravado.

“Eu me dirijo à plateia, e ela reage bem. Acho que existe uma identificação com qualquer público. O programa não levanta nenhuma bandeira, faz humor em cima de situações que acontecem num salão. Criei a personagem observando e conhecendo uma porrada de mulheres como ela”, conta Luiz Fernando. “Eleonora é um absurdo. Age como se estivesse acima de todos, do bem e do mal. O que salva ela é que eu que faço. Senão, seria enforcada”, brinca o ator.

Em cena, Luiz Fernando usa uma peruca preta e roupas femininas. Apesar de já ter feito outros papéis na TV como mulher, ele nunca protagonizou um seriado inteiro dessa forma. “Eu me sinto em casa com Eleonora. A voz é a mesma. Tento não engrossar. Dou umas pintas de mulher, falo no feminino, faço uns gestos. Não faço muito personagem, sempre gostei de desenhar, dar uma alinhavada nele, para que o público tenha noção do que ele é”, explica ele, que também vive diferentes personagens masculinos nos episódios.

O universo do salão é familiar. “Eu frequento, corto cabelo e faço barba em salão. Até porque hoje não tem mais barbearia”, comenta Luiz.

O programa nasceu da adaptação do monólogo ‘O Impecável’, que Luiz Fernando ainda planeja fazer, com direção de Charles Möeller e Claudio Botelho. “Adaptamos para a TV. A gente foi gravando e escrevendo, experimentando. Foi muito criativo pra mim”, conta Charles, que escreveu e dirigiu os 20 episódios. “Se não der certo, a culpa é minha”, assume, aos risos.

Além de Eleonora, a trama conta com a sua filha problemática, Silvia (Claudia Missura), o fiel mordomo Sebastian (Eucir de Souza), a drag cabeleireira Lucy in the Sky (Beto Carramanhos), o gogo boy Carlão (João Gabriel Vasconcelos) e a sócia burrinha Stephanie (Miá Melo). Circulam ainda pelo Impecável Beauty Salão and Spa a emergente Maria Eduarda (Fernanda Nobre) e a mãe, Coral (Gottscha), suburbanas que têm direito à herança do falecido ex-marido de Eleonora e acabam virando sócias do estabelecimento.


Na próxima temporada, Beto Carramanhos, que também é visagista e maquiador, vai convidar pessoas da plateia para fazer uma transformação. E Luiz Fernando quer levar convidados. “Vou chamar o Tony Ramos para participar de um episódio”, adianta o ator. Fora do ar desde 2013, quando atuou em ‘Divertics’, na Globo, ele está ansioso para se ver no canal a cabo. “Estava ocupado com o teatro. Mas queria que o público me visse em outro canal. Quero ver minha cara lá no Multishow. É uma coisa de satisfação profissional”, diz.


Publicada em 31/03/2015 - O DIA

Minissérie bíblica 'The Red Tent' é exibida em duas partes no Lifetime

Rio - Paixão, traição e vingança. Tudo isso numa trama bíblica que se passa 2.500 anos antes de Cristo. Superprodução original do canal Lifetime, ‘The Red Tent — A Tenda Vermelha’ conta a história de Diná, filha de Jacó, terceiro patriarca do Velho Testamento, que vivia com quatro esposas. Dividida em dois episódios, a minissérie vai ser exibida nos próximos sábado e domingo, às 22h30, com elenco estelar: Debra Winger, Minnie Driver, a brasileira Morena Baccarin e Rebecca Ferguson.

Filmada no Marrocos, a trama gira em torno da vida de Diná (Rebecca Ferguson), filha de Léa (Minnie Driver). Quando Jacó (Ian Glen) volta com a família para sua terra, Canaã, ela tem como tutora sua avó Rebeca (Debra Winger) e se apaixona pelo príncipe Shalem (Sean Teale), que é assassinado. Grávida, Diná foge para o Egito, onde dá à luz seu filho. Anos depois, o rapaz volta para vingar a morte do pai.

Diná também conduz a história das mulheres de seu pai: Léa, Raquel (Morena), Bilá (Vinette Robinson) e Zilpá (Agni Scott), que deram 12 filhos a Jacó e se reuniam sob uma enorme tenda vermelha, onde compartilhavam tudo.


Publicada em 29/03/2015 - O DIA


Segunda temporada de 'Questão de Família' mostra juiz vivido por Eduardo Moscovis com novos conflitos

Rio - Abandonado pela mãe e criado por um pai militar, o juiz da vara de família Pedro Fernandes é cheio de problemas pessoais que não consegue solucionar. Na segunda temporada de ‘Questão de Família’, o magistrado interpretado por Eduardo Moscovis vai se deparar com novos conflitos familiares e se envolver com amores antigos, além de seguir investigando por conta própria os casos que julga no tribunal. Com 13 episódios, sob direção de Sérgio Rezende, a nova fase da série nacional estreia na próxima quarta-feira, às 22h30, no GNT.

“A expectativa é que a série mantenha a qualidade da primeira temporada. Conseguimos aprofundar as relações entre os personagens e criar novos ganchos dramatúrgicos bastante interessantes, como o reaparecimento da mãe do Pedro e a reaproximação dele com a ex-mulher, Renata (Georgiana Góes)”, conta Eduardo Moscovis.

Márcia, a mãe do juiz, é vivida por Esther Góes. Ela reaparece após ter deixado a família, anos atrás, por causa das constantes agressões do marido, o coronel Fernandes (Eduardo Galvão), que morreu na primeira temporada.

Apesar de ter amantes, como a jornalista Ana Paula (Luiza Mariani) e a vizinha Juliana (Bellatrix), Pedro acaba ficando mais próximo da ex-mulher por causa das filhas, Julia (Giovanna Estefanio) e Marina (Giovanna Maluf), que sentem a falta de um convívio maior com o pai. “Meu personagem é um cara totalmente envolvido profissionalmente e tem muitas dificuldades de manter suas relações pessoais, mas se esforça para ser um pai presente”, diz o ator.

Além das questões familiares, Pedro vai ter um antagonista: Cássio (Fulvio Stefanini), um poderoso e influente desembargador do estado, que é visto por muitos magistrados como peça fundamental para subir na carreira. Casado com Thaís (Aline Fanju), Cássio se envolve em um conflito político com o protagonista.


Nos tribunais, Pedro segue se esforçando para ser justo nas suas decisões, mas mantém a prática de investigar por conta própria as pessoas envolvidas nos casos em julgamento. O que leva o juiz a correr maiores riscos na nova temporada.


Publicada em 28/03/2015 - O DIA 

Temas polêmicos de 'Babilônia' provocam debates sobre questões morais

Rio - Desde o primeiro capítulo, os temas abordados em ‘Babilônia’ vêm provocando um debate sobre questões morais. Muito mais do que o beijo entre Estela (Nathalia Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro), criticado pela bancada evangélica do Congresso Nacional, a trama de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga é um retrato de novas relações da sociedade. Conflitos ente pais e filhos, ambições desenfreadas, corrupção, traições e assassinatos fazem de ‘Babilônia’ um novelão clássico, com pitadas exageradas de uma realidade que não pode ser resumida apenas ao tema homossexualismo. 

“A reação progressista à novela é muito maior e mais forte do que o incômodo que o beijo de Teresa e Estela possa ter causado. Ele foi libertador para milhares de pessoas que são discriminadas no dia a dia pela sua condição sexual. E também atraiu o apoio do público esclarecido”, analisa Ricardo Linhares.

Não é a primeira vez que uma novela do horário nobre provoca reações extremas. Mauro Alencar, doutor em teledramaturgia brasileira e latino-americana pela USP, lembra que outra trama de Gilberto Braga, ‘Corpo a Corpo’, de 1984, causou muita polêmica na época ao unir uma negra, Sônia (Zezé Mota), a um jovem empresário branco, Cláudio (Marcos Paulo). Sobre a repercussão de ‘Babilônia’, ele vê um movimento “natural e saudável” e ressalta que a arte funciona como mediadora social. “Em particular a telenovela brasileira contribui decisivamente para o bom convívio social ao eleger todos os temas do cotidiano como matéria-prima para a ficção”, diz.

A cada capítulo, essa discussão de relações familiares e temas sociais se amplia. Depois de mostrar Inês (Adriana Esteves) e Alice (Sophie Charlotte), mãe e filha, se estapeando, a novela levou ao ar anteontem uma cena em que Guto (Bruno Gissoni) enfrenta o pai, Evandro (Cássio Gabus Mendes). E, mais uma vez, ofereceu combustível para aqueles que acusam a trama de destruir a família.
Para Linhares, independentemente da audiência, a novela é um sucesso de repercussão, tanto na internet quanto nas conversas cotidianas. “É um excelente termômetro”, afirma. Mas o autor admite que, quando se aborda temas polêmicos, que ainda são tabu na sociedade, como a relação homoafetiva entre duas mulheres na terceira idade, não dá para agradar a todos. “É natural que haja certa dificuldade de parte do público, que é mais resistente. Junta-se dois preconceitos: contra as lésbicas e contra o amor maduro”, diz ele.

Ricardo Linhares garante que não há motivos para mudar nada na trama. “Ainda não há previsão para o primeiro grupo de discussão, promovido pela Globo para ouvir a opinião de telespectadores. Normalmente, a reunião acontece por volta do capítulo 24, com mais ou menos um mês de novela no ar”, calcula Linhares.

No debate moral provocado pela novela, o sociólogo Marcos Mello aponta o avanço de dois segmentos distintos: um grupo mais libertário, que aproveita as redes sociais para se manifestar, e outro bem mais conservador, ligado ao crescimento das igrejas evangélicas. “Na verdade, cada grupo está brigando por sua clientela. Os valores morais não são os mesmos. Os segmentos mais modernos estão falando de uma nova família e aceitam outras combinações. Já os conservadores estão defendendo a família padrão, tradicional, com pai, mãe e filhos”, explica.


“Acho impressionante que as pessoas se sintam mais agredidas com beijo gay do que com homem casado que engravida outra, uso de sexo para manipular e mãe que faz a filha virar prostituta. É uma inversão de valores”, analisa a professora Sandra Marques.


Publicada em 26/03/2015 - O DIA

'Babilônia' enfrenta boicote do público evangélico, e audiência cai

Rio - A primeira semana de ‘Babilônia’, a nova novela das nove da Globo, enfrentou problemas de audiência. Depois de estrear com 33 pontos, a trama escrita por Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga marcou apenas 26 de média na última sexta-feira e caiu para 23 no sábado. Apesar da aprovação de uma parcela do público nas redes sociais, o folhetim vem recebendo críticas dos evangélicos e de grupos mais conservadores, que rejeitaram o beijo gay e consideram que a história destrói valores da família. 

O diretor e produtor de TV Nelson Hoineff, presidente do Instituto de Estudos de Televisão, não acredita que o boicote convocado por evangélicos seja suficiente para derrubar a audiência da trama. Segundo ele, há outras hipóteses a se considerar para o fenômeno, como o sentimento de órfão do público em relação à novela antecessora, ‘Império’, de Aguinaldo Silva, que apresentou um protagonista amado como o Comendador José Alfredo (Alexandre Nero), mesmo ele tendo atitudes de vilão. Some-se a isso a reprise, às 21h15, de ‘Carrossel’, do SBT, que vem marcando surpreendentes 13 pontos. A emissora de Silvio Santos vem alardeando que a trama “valoriza a família brasileira”.
Para Hoineff, é natural que ‘Babilônia’ enfrente uma “ressaca” na primeira semana. “Já vi outras novelas estrearem bem, caírem e depois a audiência voltar a subir. Assim como outras que começam mal e depois recuperam”, diz. 

Curiosamente, os mesmos evangélicos que se incomodaram tanto com o beijo gay entre as personagens de Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg e os amantes da vilã Beatriz (Gloria Pires) não citaram outras cenas que causaram impacto semelhante, como por exemplo, a vilã assassinar o motorista ou a ambiciosa Inês (Adriana Esteves) estapear a filha, Alice (Sophie Charlotte), que acabou perdendo o bebê. Na quinta-feira passada, a Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional endureceu o tom ao divulgar nota repudiando o beijo gay e convocando os evangélicos e “todos os cristãos” a não assistirem à novela.

Nelson Hoineff estranha o fato de uma bancada política se interessar tanto por questões ligadas à ficção. “É preocupante qualquer tipo de fundamentalismo, e que isso se espalhe pela sociedade. Com tantos problemas no país, acho que a bancada evangélica prestaria um bem maior ao país se boicotasse, por exemplo, os políticos corruptos e as empresas que participam de negociatas”, diz.
‘Babilônia’ vem registrando índices de audiência inferiores até aos de ‘Em Família’, de Manoel Carlos, que teve o pior desempenho no horário nos últimos anos. Se comparada à sua antecessora, ‘Império’, a nova trama das nove também sai perdendo em números. A trama de Aguinaldo Silva estreou com 32 de média, mas ainda na primeira semana apresentou crescimento de até três pontos.


Apesar de tudo, Nelson Hoineff não acredita que a baixa audiência vá influenciar negativamente os anunciantes no horário da novela. “Se fosse o departamento comercial da Globo, não me preocuparia. A emissora sabe encarar esse tipo de problema. Daqui a uns dois meses, os números serão outros”, prevê.


Publicada em 24/03/2015 - O DIA

Série mostra busca de Cacá Bueno por título mundial no Discovery Turbo

Rio - Um dos pilotos mais bem-sucedidos do automobilismo nacional, pentacampeão da Stock Car, Cacá Bueno ainda corre atrás de um sonho: vencer um campeonato mundial. “É um objetivo mais pessoal do que profissional”, diz ele, que disputa o FIA GT, uma competição de supercarros. A busca pelo título inédito é registrada no docu-reality ‘Cacá Bueno — O Sonho do Mundial’, que estreia amanhã, às 22h30, no Discovery Turbo.

Dividida em cinco episódios, a série acompanha Cacá na temporada de 2014, quando ele terminou em sexto lugar na classificação geral com o carro da equipe Team Brasil (BMW). Este ano, o piloto brasileiro compete novamente no mundial de GT, que começa em abril no circuito de Nogaro, na França.

Para Cacá, o título representa mais uma satisfação pessoal: “Apesar de ser um campeonato mundial, ainda tem pouca repercussão no Brasil. Seria mais um desejo de terminar o ano e ter a sensação de que fui o melhor.”

Além das corridas — Cacá e seu companheiro de equipe Sérgio Jimenez subiram ao pódio quatro vezes —, a série destaca a convivência do brasileiro com os outros pilotos e times. A competitividade entre eles é tão acirrada quanto na Fórmula 1. “Rivalidade sempre tem, ainda mais com tanta gente de outros países envolvida. Por mais que se dê bem, é difícil disputar uma corrida batendo porta a porta com os outros pilotos e não ter algum conflito. A vitória de um sempre significa a derrota de outro. O que se vê na Fórmula 1 também tem em outros campeonatos”, diz.

O primeiro episódio mostra os bastidores da corrida no autódromo inglês de Brands Hatch, uma das sete etapas do mundial. Mas a prova que Cacá prefere esquecer é a de Zandvoort, na Holanda. “Pegamos pista seca, chuva, acidentes nas duas largadas. O carro não andou bem”, recorda.
Aos 38 anos, Cacá diz que a parte mais desgastante da competição são as viagens constantes à Europa. “A corrida é o mais prazeroso”, assegura o piloto, que não tem superstição alguma nem segue qualquer ritual antes de entrar no carro. “É normal”.


Filho do narrador Galvão Bueno e irmão do também piloto Popó Bueno, ele lamenta que a família não possa acompanhá-lo com frequência. “Meu pai dificilmente está no autódromo, por causa do seu trabalho. Ano passado, ele só esteve em uma corrida. É torcedor como qualquer outro pai de piloto, mas a gente acaba se falando sempre por telefone. Com meu irmão, a gente se encontra na pista ou na hora de ir embora”, conta.


Publicada em 22/03/2015 - O DIA

Brasileira é uma das apresentadoras da série 'Festa Hi-5' no Discovery Kids

Rio - É como uma festa para crianças. Tem músicas, danças e brincadeiras. Mas o conteúdo de ‘Festa Hi-5!’, versão latino-americana do formato australiano de sucesso mundial, é puramente educativo. Apresentado por cinco jovens de diferentes nacionalidades — a brasileira Mile, a argentina Stefi, o colombiano Javi e os mexicanos Caro e Doni —, o programa estreia na próxima segunda-feira, às 17h, no Discovery Kids.

Com cenários coloridos, cada apresentador comanda um quadro, falando sobre números, formas e cores, estimulando as crianças a desenvolver suas habilidades. Além disso, eles cantam, dançam e transmitem valores como amizade e respeito, mas tudo com muita animação e bom humor.

A brasileira Milena Martines, ou Mile, de 23 anos, usa quebra-cabeças e jogos para, de forma lúdica, introduzir fundamentos de matemática. Em cena, ela está acompanhada de um fantoche, Jup Jup, que só o público enxerga. “Eu não o vejo. Ele pega e coloca as coisas sem que eu note, o que gera muitas risadas”, conta Milena, uma ex-paquita do ‘Xuxa Park’, que atuou ainda em vários musicais e na série ‘Julie e Os Fantasmas’.


Publicada em 21/03/2015 - O DIA

Chefs fazem degustação às cegas em 'The Taste Brasil', no GNT

Rio - Uma colherada vai decidir a sorte dos participantes de ‘The Taste Brasil’, versão do reality de culinária que é sucesso mundial. Os chefs Claude Troisgros, Felipe Bronze e André Mifano são os jurados do programa, cada um responsável por uma equipe. Numa degustação às cegas, sem saber quem fez a comida, os mentores provam apenas uma colher dos pratos preparados para eliminar um candidato por semana. 

O vencedor vai levar o prêmio de R$ 100 mil. Com dez episódios, a atração estreia hoje (19/03), às 22h30, no GNT. “A grande diferença é o fato de que, além da competição entre os participantes, os mentores também competem entre si. Isso transforma o programa em quase dois. Pois ora estamos sendo avaliados, ora estamos avaliando. Fora o fato de que tudo acontece ao redor de apenas uma colher. Isso faz tudo ficar mais interessante. E o fato de você poder, sem querer, eliminar um cara do seu próprio time aumenta o nível de tensão”, diz André Mifano.

O programa começa com 24 participantes, dos quais 12 são escolhidos logo no primeiro episódio para seguir na competição. Os selecionados são divididos em três equipes, cada uma com quatro participantes e comandada por um chef.
“Meu papel, fora julgar, é também criar um time de competidores, que será o meu time e, obviamente, ganhar”, avisa Claude Troisgros.

As provas são temáticas, duas por semana. Numa delas, os competidores são desafiados por um chef convidado. Os mentores ajudam na preparação das colheres e elegem um participante para representar sua equipe. O melhor ganha imunidade.

Na segunda prova, eles criam seus pratos sozinhos. E a avaliação, às cegas, é feita com apenas uma colherada.


Publicada em 19/03/2015 em O DIA

domingo, 3 de novembro de 2013

Michael J.Fox, diagnosticado com Mal de Parkinson há 22 anos, volta em série de TV

Rio - Michael J. Fox tinha 30 anos quando foi diagnosticado com o Mal de Parkinson, doença que afeta o sistema nervoso e a coordenação motora. Conhecido por estrelar séries como ‘Caras e Caretas’, ‘Spin City’, e a trilogia ‘De Volta para o Futuro’ no cinema, o ator escondeu o problema do público por anos até sair de cena em 2000 para cuidar da saúde. Agora, aos 52, ele retorna à TV como protagonista da série ‘O Show de Michael J. Fox’, que estreia nesta segunda-feira (dia 4/11), às 20h, no canal por assinatura Comedy Central.

Mesmo tentando disfarçar os tremores, Michael J. Fox faz humor com sua doença na comédia que se confunde com a sua vida pessoal. “A forma como encaro a vida e como vejo a realidade do Mal de Parkinson, às vezes, é frustrante e, às vezes, é engraçada”, diz o astro, que nunca teve raiva por ter a doença e detesta que sintam pena dele. “É minha realidade e minha vida, mas não é horrível. Não há nada horrível com alguém que tem uma mão trêmula”.

A série, de 22 episódios, conta a história de Mike Henry (Fox), um âncora de TV que fica afastado por cinco anos para cuidar da saúde, após ter sido diagnosticado com Parkinson. Incentivado pela mulher, Annie (Betsy Brandt), e pelos três filhos, ele aceita o convite do antigo chefe, Green (Wendell Pierce), para voltar à ativa, enfrentando o desafio de conciliar a carreira, a família e a doença.

“Meus filhos estão felizes de me ver de volta ao trabalho”, conta Fox, que é casado com a atriz Tracy Pollan desde 1988. Para ele, o período em que ficou longe dos estúdios teve sua parte boa: “Estar com minha família, passar esse tempo com eles e levá-los à loucura de forma semelhante a Mike no show. Eu realmente aproveitei uma boa parte da vida de meus filhos, e foi maravilhoso”.

O ator, que criou uma fundação que financia pesquisas para a cura do Parkinson, conta que o tratamento com novas medicações que atenuam os efeitos da doença e que as recentes participações em outros seriados, como ‘The Good Wife’, o encorajaram a protagonizar a série. “É o que amo fazer. Assim, pensei: por que não fazê-lo? Me pareceu o momento adequado”.

Fox admite ainda que não trabalha mais com a mesma velocidade, mas atribui isso à idade e não à doença. Sobre a possibilidade de voltar ao cinema numa continuação de ‘De Volta para o Futuro’, ele deixa claro que não faria o herói Marty McFly: “Teria que interpretar o doutor Brown (Christopher Lloyd na trilogia) ”.

Publicado em 03/11/2013 - O DIA

Zeca Camargo, o novo âncora do Vídeo Show

Rio - A ficha de que está voltando para o entretenimento ainda não caiu. Após 18 anos no ‘Fantástico’, Zeca Camargo assume o papel de âncora do reformulado ‘Video Show’, a partir do dia 18 de novembro. Na nova fase, a atração, que está no ar há três décadas na Globo, ganha palco, banda, convidado e interatividade com uma plateia de aproximadamente 100 pessoas.

“Senti necessidade de mudar”, diz Zeca, que passou pela MTV e pela TV Cultura antes de chegar à Globo, em 1996. “Estou voltando a fazer algo que trilhei no início da carreira. Nesses dois meses de trabalho, redescobri o prazer de criar. O entretenimento não me assusta, me fascina. Eu me considero um cara criativo, e me pediram para ser bem criativo”.

O apresentador vai ter liberdade para improvisar no ‘Video Show’, diferentemente do ‘Fantástico’. Ele admite que a postura deve ser mais descontraída, já que não seguirá um script, mas avisa: “Não sou ator, não tenho um personagem”. Sem medo de desafios, Zeca topa até cantar no programa, uma ideia do diretor Ricardo Waddington, que o convidou para apresentar a atração em julho. “Achei que ele (Ricardo) estava brincando. Não canto, mas uso bem a voz. Não estamos fazendo um ‘The Voice’, a proposta é brincar, fazer algo lúdico”.

Otaviano Costa, Dani Monteiro e Marcela Monteiro continuam como repórteres, mas podem até dividir o palco com Zeca. Dois novos comunicadores, cujos nomes são mantidos em segredo pelo diretor, ainda vão reforçar o programa. A vinheta — ‘Don’t Stop ’Til You Get Enough’, de Michael Jackson — ganha novo arranjo. A logomarca também muda.

“O horário (13h50) e a minutagem (35 minutos de duração) são os mesmos”, afirma Waddington, que não descarta fazer a atração ao vivo.

Quadros que mostram o arquivo da Globo e o ‘Falha Nossa’ têm lugar garantido. “Mas ele volta revisitado. Não é só mostrar o erro, vamos falar com o artista, saber o que aconteceu”, conta Zeca.

Ao deixar o jornalismo para integrar o time artístico, o apresentador, de 50 anos, mudou o contrato com a emissora e já pode fazer ações de merchandising. “Não pensei nisso ainda. Minha prioridade é fazer o programa. Acho que isso não é possibilidade, é consequência”.


Publicado em 31/10/2013 - O DIA