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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

QUEM VAI BOMBAR EM 2012

Juliana Paes - Escolhida para o papel que foi de Sonia Braga, a atriz parece ser a opção acertada para protagonizar o remake de Gabriela, escrito por Walcyr Carrasco. Talento, carisma e curvas ela tem. Vamos ver se a musa confirma o jeito malicioso, o aroma de cravo e o sabor de canela que a personagem pede.

Fátima Bernardes - O novo programa da ex-apresentadora do Jornal Nacional deve dar uma arejada nas manhãs da Globo. Se reduzir o tempo de Ana Maria Braga e do Bem Estar, já está valendo!


BBB 12 - Quando a gente pensa que o reality já deu tudo o que tinha que dar, o diretor Boninho sempre lança uma novidade e injeta fôlego no formato. É isso o que se espera da nova edição. Além de uma seleção de participantes que valham a pena assinar o pay-per-view.

Mulheres Ricas - São cinco mulheres - a empresária Val Marchiori, a socialite Narcisa Tamborindeguy, a arquiteta Brunete Fraccaroli, a joalheira Lydia Sayeg e a piloto de Fórmula Truck Débora Rodrigues - que só têm em comum uma gorda conta bancária. O programa, um misto de reality e documentário, na Band, vai mostrar que, se o dinheiro não traz felicidade, ao menos serve para comprar tudo do bom e do melhor. Ou como diz a extravagante Val Marchiori: "Dinheiro não traz felicidade. Mas leva pra chorar em Paris! De preferência na Chanel". Frases como esta devem garantir a diversão!

Avenida Brasil - A novela de João Emanuel Carneiro conta a história do jogador de futebol Tufão, vivido por Murilo Benício. No elenco, Débora Falabella, Débora Bloch, Adriana Esteves, Cauã Reymond, Carolina Ferraz, Alexandre Borges, Ísis Valverde, Glória Menezes e Tony Ramos, entre outros. Depois do sucesso da novela A Favorita e da séria A Cura, o novo texto do autor chega em abril cercado de muita expectativa.

Nanda Costa - A atriz de 25 anos vai ter sua primeira grande oportunidade como protagonista na novela de Glória Perez, ainda sem título, no segundo semestre deste ano. Nanda foi a Lilica, de Cordel Encantado, e a Soraia, de Viver a Vida. A torcida é para que ela dê conta do recado.

Carrossel - O remake da novela mexicana está previsto para estrear no segundo semestre no SBT. Isto se a emissora conseguir pacificar os bastidores da produção, agitados com demissões e gravações interrompidas. No elenco, Rosane Mulholland como a professora Helena. Resta saber como a exuberante Lívia Andrade, como Susana (rival da protagonista), e a menina prodígio Maisa, como a aluna Valéria, vão se sair sem Silvio Santos por perto para cutucá-las.

Casseta & Planeta - Depois de ficar um ano fora do ar, o humorístico volta com Maria Melilo, ex-BBB, e Miá Mello, ex-Legendários. Se Maria representar o papel de sonsa e gostosa sem noção que a fez ganhar R$ 1 milhão no reality, existe boa chance de dar certo. Quanto a Miá, espera-se que ela não repita a boboca Teena, que interpretava no programa da Record e só irritava o telespectador.

Dercy de Verdade - Se a microssérie sobre a vida da comediante desbocada mantiver o nível das biografias anteriores, vai ser mais um sucesso. A assinatura do texto por Maria Adelaide Amaral, que também escreveu Dalva e Herivelto, já é um aval de qualidade. Vamos ver como Heloísa Périssé e Fafy Siqueira se saem no papel em diferentes fases da vida de Dercy Gonçalves.

Brado Retumbante - Depois de estourar como o capitão Herculano, de Cordel Encantado, Domingos Montagner tem a chance de mostrar que é mais do que um galã rústico. Na minissérie, ele interpreta um senador que acaba assumindo o cargo de presidente. E tem como parceira a bela Maria Fernanda Cândido, que se dá ao luxo de escolher seus papéis. Isso é pra quem pode, né?!?!

Rei Davi - Mais uma minissérie bíblica da Record, com Leonardo Brício no papel de Davi. A emissora gasta milhões nesse tipo de produção, que faz um trabalho esforçado de reconstituição de época e efeitos especiais mas costuma pecar pelo desempenho de alguns protagonistas. Sem falar que o retorno em audiência é fraco. Mas não custa dar mais um crédito...

quarta-feira, 30 de março de 2011

BBB 11: a mais fraca de todas as edições do reality show


Agora que o BBB 11 acabou, dá pra afirmar sem medo de errar: foi a mais fraca e sem emoção de todas as edições do reality show. Entra-e-sai de participantes, paredões extras, eliminação dupla, casa de vidro... Nada foi capaz de mobilizar a atenção do público como nos programas anteriores. Uma das apostas da direção, a diversidade sexual não teve o resultado esperado. Encher a casa de gays, lésbicas e até uma transexual não trouxe mais graça nem gerou mais conflitos. Na verdade, o grupo escolhido vai passar para a história do BBB como o mais paradão de todas as edições – sem falar que a maioria não tinha carisma nem empatia com o público. Não foi à toa que esta edição não teve um claro favorito desde o começo. Do meio para o fim, Maria e Daniel carregaram, sim, o programa nas costas. Ela por ser totalmente sem noção. Ele por pagar vários micos depois de se embebedar nas festas, adotando como seu 'par' o coqueirinho do jardim. Maria tornou-se a mais nova milionária da praça sem fazer força. Não jogou nada – será mesmo? A paulista de passado duvidoso venceu porque “foi ela mesma”, como preferem pensar ingenuamente aqueles que votaram nela. Cometeu várias gafes, dando origem ao verbo “mariar” como sinônimo para seu jeito desligado e sua falta de informação. Deu mole para dois homens da casa, o que poderia ter lhe custado uma eliminação, mas acabou reforçando sua personalidade “autêntica”. Ao se humilhar para o arrogante Mau Mau, encheu de vergonha (e raiva) um monte de mulheres. Ao se jogar nos braços do bom moço Wesley, matou de inveja outras tantas. Como bem disse Daniel, Maria trocou o saco de ossos pelo filé e se deu muito bem. Apesar dos boatos de que seria garota de programa, ela conquistou a simpatia de uma grande parcela do público, sem preconceito, para vencer o programa, derrubando a outra corrente que se apressou em julgá-la. Sorte a dela!