Deixa eu ver se entendi: Daniel e Monique se bolinaram debaixo do edredom, ele não manteve a ereção nem ejaculou, mas os dois simularam sexo porque acharam uma boa estratégia a formação de casal no BBB 12... Hã-ham! O que mais os dois tiveram que "decorar" pra dizer à polícia? Parece texto e roteiro de quinta categoria, encomendado a um autor decadente.
A versão deles sobre o caso do suposto estupro é mais um capítulo ridículo de uma polêmica que a Globo tentou varrer pra debaixo do tapete desde o início. O depoimento de Monique tirou o peso sobre os ombros de Daniel, suspeito de ter cometido abuso sexual, mas desviou todo o foco para ela e deixou dúvidas, sim, sobre o seu comportamento.
Primeiro, ela disse a Boninho que as carícias foram consentidas. No dia seguinte, mudou o discurso e ficou em cima do muro, afirmando que havia apagado e não lembrava de nada. No depoimento à polícia, negou que tenha feito sexo. Dormindo ou acordada, Monique parece ter uma memória muito confusa.
Se o rala e rola foi consensual, então por que apenas Daniel foi expulso? Primeiro, a Globo tentou abafar o caso. Depois, minimizou. Mas perdeu o controle quando a polêmica ganhou as redes sociais. Botar o modelo pra fora da casa foi uma resposta - talvez precipitada - aos protestos. A produção do programa alegou "grave comportamento inadequado", sem falar em estupro num primeiro momento - um cuidado para evitar um possível processo.
Mas o fato é que a emissora julgou e condenou sumariamente Daniel antes mesmo de a polícia concluir as investigações. E agora? O cara saiu com má fama, sem dinheiro, e ainda revelou que não manteve a ereção... Não é à toa que tem muita gente querendo que ele retorne ao programa ou que Monique vaze também. Mas, se o que aconteceu debaixo da coberta foi mesmo simulação de sexo, como eles disseram, os dois deviam ganhar o Oscar, porque a atuação de ambos convenceu.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 30 de março de 2011
BBB 11: a mais fraca de todas as edições do reality show
Agora que o BBB 11 acabou, dá pra afirmar sem medo de errar: foi a mais fraca e sem emoção de todas as edições do reality show. Entra-e-sai de participantes, paredões extras, eliminação dupla, casa de vidro... Nada foi capaz de mobilizar a atenção do público como nos programas anteriores. Uma das apostas da direção, a diversidade sexual não teve o resultado esperado. Encher a casa de gays, lésbicas e até uma transexual não trouxe mais graça nem gerou mais conflitos. Na verdade, o grupo escolhido vai passar para a história do BBB como o mais paradão de todas as edições – sem falar que a maioria não tinha carisma nem empatia com o público. Não foi à toa que esta edição não teve um claro favorito desde o começo. Do meio para o fim, Maria e Daniel carregaram, sim, o programa nas costas. Ela por ser totalmente sem noção. Ele por pagar vários micos depois de se embebedar nas festas, adotando como seu 'par' o coqueirinho do jardim. Maria tornou-se a mais nova milionária da praça sem fazer força. Não jogou nada – será mesmo? A paulista de passado duvidoso venceu porque “foi ela mesma”, como preferem pensar ingenuamente aqueles que votaram nela. Cometeu várias gafes, dando origem ao verbo “mariar” como sinônimo para seu jeito desligado e sua falta de informação. Deu mole para dois homens da casa, o que poderia ter lhe custado uma eliminação, mas acabou reforçando sua personalidade “autêntica”. Ao se humilhar para o arrogante Mau Mau, encheu de vergonha (e raiva) um monte de mulheres. Ao se jogar nos braços do bom moço Wesley, matou de inveja outras tantas. Como bem disse Daniel, Maria trocou o saco de ossos pelo filé e se deu muito bem. Apesar dos boatos de que seria garota de programa, ela conquistou a simpatia de uma grande parcela do público, sem preconceito, para vencer o programa, derrubando a outra corrente que se apressou em julgá-la. Sorte a dela!
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Não tem casa do terror que levante o BBB 11
Entra-e-sai de participantes, paredões extras, casa de vidro... Quando se imaginava que a direção do BBB 11 já havia apelado para quase tudo, eis que surge o quarto do terror, mais uma tentativa desesperada de roubar a atenção do telespectador e recuperar a audiência perdida. O diretor Boninho está se esforçando para tornar o programa mais atraente, mas o problema é mais embaixo. Ou melhor, está dentro da própria casa: os participantes são, de longe, os piores hóspedes da história do reality. Fracos, limitados, sem carisma. E de quem é a culpa? Da produção, claro, que selecionou mal. Não é à toa que até agora o programa não tem um favorito.
Quem tem atraído algum tipo de simpatia é Daniel, que fica divertidíssimo (e desbocado!) quando exagera na bebida durante as festas. O pernambucano, que também gosta de uma fofoca, parece ter sido o único a perceber o perigo que representa Diogo, um baiano que se acha o mais engraçado, amigo e autêntico da casa. O Gago, no entanto, não consegue sustentar seu marketing pessoal fajuto quando é confrontado. No jogo, sua estratégia é a intimidação. Numa discussão, grita, xinga, ofende, como fez com Paulinha. Também mente, ouve aqui e reproduz ali, sempre dando sua versão distorcida dos fatos. Presunçoso - e preguiçoso, porque não faz nada na casa -, o baiano já decretou até quem são os três finalistas: ele; Rodrigão, uma samambaia infiltrada na casa, uma "natureza morta" que se escora na beleza e só se preocupa com o cabelo, e Maurício, o Mau-Mau, um tipinho arrogante que julga saber tudo só porque saiu e depois voltou ao jogo. Só não dá para entender por que ninguém vota nesse gago.
Quem tem atraído algum tipo de simpatia é Daniel, que fica divertidíssimo (e desbocado!) quando exagera na bebida durante as festas. O pernambucano, que também gosta de uma fofoca, parece ter sido o único a perceber o perigo que representa Diogo, um baiano que se acha o mais engraçado, amigo e autêntico da casa. O Gago, no entanto, não consegue sustentar seu marketing pessoal fajuto quando é confrontado. No jogo, sua estratégia é a intimidação. Numa discussão, grita, xinga, ofende, como fez com Paulinha. Também mente, ouve aqui e reproduz ali, sempre dando sua versão distorcida dos fatos. Presunçoso - e preguiçoso, porque não faz nada na casa -, o baiano já decretou até quem são os três finalistas: ele; Rodrigão, uma samambaia infiltrada na casa, uma "natureza morta" que se escora na beleza e só se preocupa com o cabelo, e Maurício, o Mau-Mau, um tipinho arrogante que julga saber tudo só porque saiu e depois voltou ao jogo. Só não dá para entender por que ninguém vota nesse gago.
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