Rio - Após sete anos no ‘CQC’, Oscar Filho ficou sabendo de seu desligamento do programa da Band através da imprensa. Passado o susto inicial, ele não demorou para trocar a chave de ‘repórter’ para a de ‘ator’, o que garante que sempre foi. Sem o conhecido terno preto que o tornou famoso nacionalmente, ele agora se aventura em uma dupla estreia na dramaturgia: interpretando um vilão em ‘Carrossel — O Filme’, que entra em cartaz amanhã nos cinemas, e atuando na sitcom ‘Aí Eu Vi Vantagem’, série estrelada por Samantha Schmütz, que vai ao ar a partir de 17 de agosto no Multishow.
“Eu pensava em deixar o ‘CQC’, mas não tinha efetivamente decidido sair. Quando aconteceu, pensei: ‘Oi, como assim?’ Mas essa sensação durou pouco tempo. As coisas precisavam mudar mesmo. É um recomeço”, diz.
No programa da Band, Oscar comandou o quadro ‘Proteste Já’, investigando denúncias de comunidades por todo o país, durante quatro anos. Na bancada, ficou quase dois anos. “Gostava de fazer o quadro, mas não queria ficar marcado. Passei por todos os níveis do programa, não tinha mais para onde ir. A não ser que fosse para o lugar do Marcelo Tas, o que eu não gostaria de fazer, porque é muita responsabilidade”, explica o ator. “Acho que o que me fez ficar tanto tempo no programa foi uma certa acomodação. Às vezes, precisamos de uma chacoalhada”, admite.
Aos 36 anos, ele acredita que a passagem pelo ‘CQC’ o preparou para o resto da carreira e para a vida. No entanto, quando se viu fora do ar, ficou tomado por dúvidas. “As pessoas me conhecem como repórter. Pensei: ‘Será que elas sabem que sou ator?’”, lembra.
Ao participar de sua primeira seleção de elenco, Oscar levou bomba. “Fui mal no teste para a série ‘#PartiuShopping’ (de Tom Cavalcante), estava com dores nas costas... Mas acabei sendo chamado para a série da Samantha Schmütz por um diretor que nunca tinha visto o meu trabalho”, revela.
Em ‘Aí Eu Vi Vantagem’, ele vive o encostado OJ, filho de Jurandir (Stepan Nercessian) e Glória (Fafy Siqueira). Solteiro por pura preguiça, o personagem é ex-namorado de Jéssica (Samantha), que ajuda a família dele a promover um cabaré recebido como herança e tenta ficar com ele a todo custo. “OJ é muito lento, diferente de tudo o que fiz em teatro. Sou um cara mais expansivo, elétrico”, compara ele, que se surpreendeu com a entrega da protagonista: “Samantha não tem esse problema de vaidade, que algumas mulheres humoristas têm. Ela embarca na história, faz um homem, coça o saco... É uma p... comediante e pessoa.”
Já as filmagens do longa inspirado na novela ‘Carrossel’, do SBT, fizeram Oscar voltar à época de infância. “Eu assistia à novela (versão mexicana) quando era criança e morava em Atibaia (SP)”, conta ele, que vive o vilão Gonzalito, parceiro de Gonzales (Paulo Miklos). “É uma dupla bem caricata. Foi muito divertido. Vilão pode fazer qualquer coisa, não tem limite. Pode até errar”, exagera.
Cercado por crianças, ele ficou impressionado com a pequena atriz Maisa Silva. “Acho um gênio, falei muito dela no ‘CQC’. Ela é fluente, uma graça. Isso é muito legal, porque, às vezes, a gente vê um prodígio que não dá muito certo”, avalia.
Publicada em 22/07/2015 - O DIA
Foto: Daniel Castelo Branco
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sexta-feira, 7 de agosto de 2015
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
O ano de Carminha e das empreguetes
Não teve para ninguém. Carminha, a vilã vivida por Adriana Esteves em ‘Avenida Brasil’, atraiu todos os holofotes em 2012. Graças a um show da atriz e a uma história de vingança bem articulada, a novela de João Emanuel Carneiro conquistou o povo nas ruas e virou fenômeno nas rede sociais. O último capítulo parou o país, batendo recorde de audiência, com 52 pontos. “‘Avenida Brasil’ e Carminha me trouxeram um orgulho imenso de ser uma atriz brasileira”, comemora Adriana.
A trama foi marcada por reviravoltas eletrizantes. Uma hora, Carminha dava as cartas. Outra hora, era a vingativa Rita (Débora Falabella) quem estava por cima. Quando a cozinheira humilhou a vilã, a frase “Me serve, vadia!” se espalhou na internet.
Personagens como Tufão (Murilo Benício), Suelen (Isis Valverde) e Leleco (Marcos Caruso) também tiveram destaque na trama. Na pele de seu primeiro vilão, Marcello Novaes surpreendeu como Max.
"É daqueles personagens que um ator espera 10 anos. Uma oportunidade única, é quase como ganhar na Mega Sena!. Dei o melhor de mim para retribuir à altura essa confiança do joao no meu trabalho. Foi cansativo mas foi muito gratificante…”, diz o ator.
Com humor, criatividade e muita música, ‘Cheias de Charme’ resgatou a força da novela das sete, com médias acima dos 30 pontos. A extravagante cantora de tecnobrega Chayene (Claudia Abreu) e as empreguetes Cida (Isabelle Drummond), Penha (Taís Araújo) e Rosário (Leandra Leal) viraram paixão nacional. Elas podem estrelar um seriado em 2013.
“A novela deixou saudades. É um marco nas nossas vidas e na TV”, conta a diretora Denise Saraceni.
“Cheias de Charme foi uma alegria do começo ao fim. É muito lembrada por sua interação com a internet, por mostrar o meio musical, mas o meu maior orgulho é a novela ter contribuído para uma maior valorização do trabalho doméstico”, festeja o autor Filipe Miguez.
‘Gabriela’ cumpriu sua missão, mas não chegou a empolgar. Com médias de 19 pontos, a versão escrita por Walcyr Carrasco sofreu com as comparações com a novela de 1975. No papel-título, Juliana Paes teve a difícil tarefa de suceder Sonia Braga como protagonista. Muitas vezes, ela ficou sumida na história, em meio a tantas tramas paralelas e outros personagens de destaque, como Gerusa, vivida por Luiza Valdetaro. Mas o fato é que veteranos como Laura Cardoso, Antônio Fagundes e José Wilker roubaram a cena.
No SBT, ‘Carrossel’ foi o maior acerto dos últimos anos. Com uma história leve e ingênua, escrita por Iris Abravanel, a novela infantil arrebatou a garotada e registra médias de 15 pontos, chegando a incomodar o Jornal Nacional. Devido ao sucesso, vai ser esticada até junho de 2013, para que sua sucessora, o remake de 'Chiquititas', também adaptada pela mulher de Silvio Santos, tenha mais tempo para ser produzida.
“A qualidade do produto foi fundamental”, avalia o diretor Reynaldo Boury. "Tambem quem assistiu a versão mexicana na década de 80, hoje possui filhos com idade similiar de quando assistiam, induzindo os filhos a participarem, unindo a familia brasileira". Para o diretor, as crianças ganharam um espaço infantil no horário nobre da televisão: "Sabíamos que teria uma boa audiência, mas nunca com os índices atuais, que são extraordinários".
Mas a emissora dos bispos deu um salto de qualidade com a minissérie 'Rei Davi', com produção caprichada e ótimo desempenho do protagonista Leonardo Brício no papel-título. Escrita por uma autora cristã, Vivian de Oliveira, a minissérie bíblica também teve o mérito de liderar a audiência por várias vezes e derrotar a Globo nos dois dias de desfile das escolas de samba do Grupo Especial.
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Cirilo, de Carrossel: 'Preconceito é uma besteira'
Intérprete do sofrido Cirilo, de ‘Carrossel’, Jean Paulo Campos conta que ganhou sapatos de um fã que sentiu pena do personagem
Está gostando de fazer o Cirilo em ‘Carrossel’?
Jean Paulo Campos: É muito legal, o personagem tem uma história que as pessoas gostam. Como sou parecido com ele, o público fica com dó de mim. Já cheguei a ganhar um par de sapatos novos de um fã.
Alguém já tratou você mal como a Maria Joaquina (Larissa Manoela) trata o Cirilo?
Nunca! Ela é muito má com ele, mas no fundo, no fundo, ela gosta de ser paparicada.
Cirilo sofre preconceito por ser negro e pobre. O que acha disso?
Acho tudo isso uma besteira. Afinal, todos somos iguais para Deus. E meus pais me ensinaram isso.
Você se dá bem com todas as crianças da novela?
Todos são meus amigos. Tanto é que, quando não vou passar uma noite na casa deles, eles vêm à minha para brincar comigo.
Está gostando de fazer sucesso, dar autógrafos e tirar fotos com fãs?
Eu não imaginava que isso aconteceria tão rápido. É muito legal ser reconhecido e respeitado pelo público. Outro dia, eu estava almoçando em um clube, e fizeram uma fila para pedir autógrafo e tirar fotos comigo.
As crianças ficam na porta da sua casa esperando você sair. Não se incomoda com o assédio?
No começo da novela, foi espantoso a quantidade de pessoas querendo me ver. Mas agora já acalmou, acho que todos os vizinhos já me viram. Mas em outros lugares continua sendo a mesma coisa. Se eu não fosse preparado pelos meus pais, eu ficaria assustado.
Passou a ter mais amigos na escola depois da novela?
Os amigos não mudam. O que acontece é que você passa a ter mais conhecidos querendo ser seu amigo, e isso é muito bom.
Gosta de estudar? Consegue ir à escola todo dia, normalmente, sem faltar, por causa das gravações?
Amo estudar. Tanto é que eu que acordo o meu pai para me levar à escola. Raramente a produção marca uma gravação no horário de aula. Eles dão prioridade aos estudos. Gosto muito de Ciências e Geografia. Você sabia que se tirarmos notas baixas podemos até sair da novela?
Antes de estrear na novela, você já tinha feito algum trabalho na televisão?
Sim, fiz comerciais, figuração e participações em outras novelas.
Como ganhou o papel do Cirilo? Fez testes?
Disputei vaga como outras 10 mil crianças que queriam estar na novela. Fui bem, e acreditaram em mim.
Pretende mesmo ser ator e continuar trabalhando na TV?
Quando acabar as gravações, pretendo fazer cursos para me aperfeiçoar. Acho que esta é a minha vida. Amo ser da TV.
PUBLICADO EM O DIA, EM 29/09/2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
QUEM VAI BOMBAR EM 2012
Juliana Paes - Escolhida para o papel que foi de Sonia Braga, a atriz parece ser a opção acertada para protagonizar o remake de Gabriela, escrito por Walcyr Carrasco. Talento, carisma e curvas ela tem. Vamos ver se a musa confirma o jeito malicioso, o aroma de cravo e o sabor de canela que a personagem pede.
Fátima Bernardes - O novo programa da ex-apresentadora do Jornal Nacional deve dar uma arejada nas manhãs da Globo. Se reduzir o tempo de Ana Maria Braga e do Bem Estar, já está valendo!
BBB 12 - Quando a gente pensa que o reality já deu tudo o que tinha que dar, o diretor Boninho sempre lança uma novidade e injeta fôlego no formato. É isso o que se espera da nova edição. Além de uma seleção de participantes que valham a pena assinar o pay-per-view.
Mulheres Ricas - São cinco mulheres - a empresária Val Marchiori, a socialite Narcisa Tamborindeguy, a arquiteta Brunete Fraccaroli, a joalheira Lydia Sayeg e a piloto de Fórmula Truck Débora Rodrigues - que só têm em comum uma gorda conta bancária. O programa, um misto de reality e documentário, na Band, vai mostrar que, se o dinheiro não traz felicidade, ao menos serve para comprar tudo do bom e do melhor. Ou como diz a extravagante Val Marchiori: "Dinheiro não traz felicidade. Mas leva pra chorar em Paris! De preferência na Chanel". Frases como esta devem garantir a diversão!
Avenida Brasil - A novela de João Emanuel Carneiro conta a história do jogador de futebol Tufão, vivido por Murilo Benício. No elenco, Débora Falabella, Débora Bloch, Adriana Esteves, Cauã Reymond, Carolina Ferraz, Alexandre Borges, Ísis Valverde, Glória Menezes e Tony Ramos, entre outros. Depois do sucesso da novela A Favorita e da séria A Cura, o novo texto do autor chega em abril cercado de muita expectativa.
Nanda Costa - A atriz de 25 anos vai ter sua primeira grande oportunidade como protagonista na novela de Glória Perez, ainda sem título, no segundo semestre deste ano. Nanda foi a Lilica, de Cordel Encantado, e a Soraia, de Viver a Vida. A torcida é para que ela dê conta do recado.
Carrossel - O remake da novela mexicana está previsto para estrear no segundo semestre no SBT. Isto se a emissora conseguir pacificar os bastidores da produção, agitados com demissões e gravações interrompidas. No elenco, Rosane Mulholland como a professora Helena. Resta saber como a exuberante Lívia Andrade, como Susana (rival da protagonista), e a menina prodígio Maisa, como a aluna Valéria, vão se sair sem Silvio Santos por perto para cutucá-las.
Casseta & Planeta - Depois de ficar um ano fora do ar, o humorístico volta com Maria Melilo, ex-BBB, e Miá Mello, ex-Legendários. Se Maria representar o papel de sonsa e gostosa sem noção que a fez ganhar R$ 1 milhão no reality, existe boa chance de dar certo. Quanto a Miá, espera-se que ela não repita a boboca Teena, que interpretava no programa da Record e só irritava o telespectador.
Dercy de Verdade - Se a microssérie sobre a vida da comediante desbocada mantiver o nível das biografias anteriores, vai ser mais um sucesso. A assinatura do texto por Maria Adelaide Amaral, que também escreveu Dalva e Herivelto, já é um aval de qualidade. Vamos ver como Heloísa Périssé e Fafy Siqueira se saem no papel em diferentes fases da vida de Dercy Gonçalves.
Brado Retumbante - Depois de estourar como o capitão Herculano, de Cordel Encantado, Domingos Montagner tem a chance de mostrar que é mais do que um galã rústico. Na minissérie, ele interpreta um senador que acaba assumindo o cargo de presidente. E tem como parceira a bela Maria Fernanda Cândido, que se dá ao luxo de escolher seus papéis. Isso é pra quem pode, né?!?!
Rei Davi - Mais uma minissérie bíblica da Record, com Leonardo Brício no papel de Davi. A emissora gasta milhões nesse tipo de produção, que faz um trabalho esforçado de reconstituição de época e efeitos especiais mas costuma pecar pelo desempenho de alguns protagonistas. Sem falar que o retorno em audiência é fraco. Mas não custa dar mais um crédito...
Fátima Bernardes - O novo programa da ex-apresentadora do Jornal Nacional deve dar uma arejada nas manhãs da Globo. Se reduzir o tempo de Ana Maria Braga e do Bem Estar, já está valendo!
BBB 12 - Quando a gente pensa que o reality já deu tudo o que tinha que dar, o diretor Boninho sempre lança uma novidade e injeta fôlego no formato. É isso o que se espera da nova edição. Além de uma seleção de participantes que valham a pena assinar o pay-per-view.
Mulheres Ricas - São cinco mulheres - a empresária Val Marchiori, a socialite Narcisa Tamborindeguy, a arquiteta Brunete Fraccaroli, a joalheira Lydia Sayeg e a piloto de Fórmula Truck Débora Rodrigues - que só têm em comum uma gorda conta bancária. O programa, um misto de reality e documentário, na Band, vai mostrar que, se o dinheiro não traz felicidade, ao menos serve para comprar tudo do bom e do melhor. Ou como diz a extravagante Val Marchiori: "Dinheiro não traz felicidade. Mas leva pra chorar em Paris! De preferência na Chanel". Frases como esta devem garantir a diversão!
Avenida Brasil - A novela de João Emanuel Carneiro conta a história do jogador de futebol Tufão, vivido por Murilo Benício. No elenco, Débora Falabella, Débora Bloch, Adriana Esteves, Cauã Reymond, Carolina Ferraz, Alexandre Borges, Ísis Valverde, Glória Menezes e Tony Ramos, entre outros. Depois do sucesso da novela A Favorita e da séria A Cura, o novo texto do autor chega em abril cercado de muita expectativa.
Nanda Costa - A atriz de 25 anos vai ter sua primeira grande oportunidade como protagonista na novela de Glória Perez, ainda sem título, no segundo semestre deste ano. Nanda foi a Lilica, de Cordel Encantado, e a Soraia, de Viver a Vida. A torcida é para que ela dê conta do recado.
Carrossel - O remake da novela mexicana está previsto para estrear no segundo semestre no SBT. Isto se a emissora conseguir pacificar os bastidores da produção, agitados com demissões e gravações interrompidas. No elenco, Rosane Mulholland como a professora Helena. Resta saber como a exuberante Lívia Andrade, como Susana (rival da protagonista), e a menina prodígio Maisa, como a aluna Valéria, vão se sair sem Silvio Santos por perto para cutucá-las.
Casseta & Planeta - Depois de ficar um ano fora do ar, o humorístico volta com Maria Melilo, ex-BBB, e Miá Mello, ex-Legendários. Se Maria representar o papel de sonsa e gostosa sem noção que a fez ganhar R$ 1 milhão no reality, existe boa chance de dar certo. Quanto a Miá, espera-se que ela não repita a boboca Teena, que interpretava no programa da Record e só irritava o telespectador.
Dercy de Verdade - Se a microssérie sobre a vida da comediante desbocada mantiver o nível das biografias anteriores, vai ser mais um sucesso. A assinatura do texto por Maria Adelaide Amaral, que também escreveu Dalva e Herivelto, já é um aval de qualidade. Vamos ver como Heloísa Périssé e Fafy Siqueira se saem no papel em diferentes fases da vida de Dercy Gonçalves.
Brado Retumbante - Depois de estourar como o capitão Herculano, de Cordel Encantado, Domingos Montagner tem a chance de mostrar que é mais do que um galã rústico. Na minissérie, ele interpreta um senador que acaba assumindo o cargo de presidente. E tem como parceira a bela Maria Fernanda Cândido, que se dá ao luxo de escolher seus papéis. Isso é pra quem pode, né?!?!
Rei Davi - Mais uma minissérie bíblica da Record, com Leonardo Brício no papel de Davi. A emissora gasta milhões nesse tipo de produção, que faz um trabalho esforçado de reconstituição de época e efeitos especiais mas costuma pecar pelo desempenho de alguns protagonistas. Sem falar que o retorno em audiência é fraco. Mas não custa dar mais um crédito...
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