Deixa eu ver se entendi: Daniel e Monique se bolinaram debaixo do edredom, ele não manteve a ereção nem ejaculou, mas os dois simularam sexo porque acharam uma boa estratégia a formação de casal no BBB 12... Hã-ham! O que mais os dois tiveram que "decorar" pra dizer à polícia? Parece texto e roteiro de quinta categoria, encomendado a um autor decadente.
A versão deles sobre o caso do suposto estupro é mais um capítulo ridículo de uma polêmica que a Globo tentou varrer pra debaixo do tapete desde o início. O depoimento de Monique tirou o peso sobre os ombros de Daniel, suspeito de ter cometido abuso sexual, mas desviou todo o foco para ela e deixou dúvidas, sim, sobre o seu comportamento.
Primeiro, ela disse a Boninho que as carícias foram consentidas. No dia seguinte, mudou o discurso e ficou em cima do muro, afirmando que havia apagado e não lembrava de nada. No depoimento à polícia, negou que tenha feito sexo. Dormindo ou acordada, Monique parece ter uma memória muito confusa.
Se o rala e rola foi consensual, então por que apenas Daniel foi expulso? Primeiro, a Globo tentou abafar o caso. Depois, minimizou. Mas perdeu o controle quando a polêmica ganhou as redes sociais. Botar o modelo pra fora da casa foi uma resposta - talvez precipitada - aos protestos. A produção do programa alegou "grave comportamento inadequado", sem falar em estupro num primeiro momento - um cuidado para evitar um possível processo.
Mas o fato é que a emissora julgou e condenou sumariamente Daniel antes mesmo de a polícia concluir as investigações. E agora? O cara saiu com má fama, sem dinheiro, e ainda revelou que não manteve a ereção... Não é à toa que tem muita gente querendo que ele retorne ao programa ou que Monique vaze também. Mas, se o que aconteceu debaixo da coberta foi mesmo simulação de sexo, como eles disseram, os dois deviam ganhar o Oscar, porque a atuação de ambos convenceu.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
BBB 12: até os erros são repetidos
Quando é que você sabe que uma nova edição do BBB começou? Fácil: Basta ver e ouvir um bando de fortões e gostosas histéricos gritando "uhuuu" ao invadirem a casa onde vão passar os próximos três meses. Entrar no reality show da Globo aos berros parece um pré-requisito, um ritual que se repete desde a primeira edição. A estreia do BBB 12 foi como filme da Sessão da Tarde: já passou trocentas vezes.
Mas bem que o diretor Boninho tentou inovar na apresentação dos 16 participantes. Em vez de mostrá-los juntos com suas famílias, recebendo a confirmação de seus nomes para o programa, exibiu clipes com perfis "engraçadinhos", nos quais brothers e sisters faziam uma dancinha e "atuavam" como se estivessem numa história em quadrinhos. Por fim, cada um recebeu um rótulo: o gato, o galã, a princesa, a pilhada, a nerd, o bicho do mato, o ogro... Será que os apelidos vão pegar? Tenho minhas dúvidas. Na verdade, achei tudo meio mais ou menos.
Aliás, quem não deve ter achado muita graça de nada foi Pedro Bial. Um tanto irritadiço, o apresentador reclamou da posição do monitor, que não estava à sua frente, e foi flagrado com cara de poucos amigos logo após a direção cortar para ele no estúdio e não para os participantes na casa - ele havia acabado de conclamar o público a dar uma espiadinha! Como Bial mesmo disse: são apenas 10 anos no ar... Mas os erros em programas ao vivo fazem parte do pacote.
Só espero que a direção tenha mais criatividade nas próximas provas de resistência. Colocar os participantes dentro de um carro para disputar a imunidade, como na primeira edição, foi muita falta de imaginação. Afinal, a graça do reality é justamente ver os concorrentes passando perrengues e batendo boca. De preferência, em provas inéditas!
Ainda é cedo para arriscar palpites sobre favoritos. Mas já dá pra dizer, por exemplo, que a exuberante Fabiana fala demais, faz tudo para chamar a atenção. Se a "personalidade" da moça vai cair nas graças do público e agradar aos companheiros de confinamento, só os paredões vão dizer. E a estudante Jakeline? Chorou! Saudades de seu casal de... galináceos! Coisa mais ridícula. Já pode ligar pra eliminá-la?
Mas bem que o diretor Boninho tentou inovar na apresentação dos 16 participantes. Em vez de mostrá-los juntos com suas famílias, recebendo a confirmação de seus nomes para o programa, exibiu clipes com perfis "engraçadinhos", nos quais brothers e sisters faziam uma dancinha e "atuavam" como se estivessem numa história em quadrinhos. Por fim, cada um recebeu um rótulo: o gato, o galã, a princesa, a pilhada, a nerd, o bicho do mato, o ogro... Será que os apelidos vão pegar? Tenho minhas dúvidas. Na verdade, achei tudo meio mais ou menos.
Aliás, quem não deve ter achado muita graça de nada foi Pedro Bial. Um tanto irritadiço, o apresentador reclamou da posição do monitor, que não estava à sua frente, e foi flagrado com cara de poucos amigos logo após a direção cortar para ele no estúdio e não para os participantes na casa - ele havia acabado de conclamar o público a dar uma espiadinha! Como Bial mesmo disse: são apenas 10 anos no ar... Mas os erros em programas ao vivo fazem parte do pacote.
Só espero que a direção tenha mais criatividade nas próximas provas de resistência. Colocar os participantes dentro de um carro para disputar a imunidade, como na primeira edição, foi muita falta de imaginação. Afinal, a graça do reality é justamente ver os concorrentes passando perrengues e batendo boca. De preferência, em provas inéditas!
Ainda é cedo para arriscar palpites sobre favoritos. Mas já dá pra dizer, por exemplo, que a exuberante Fabiana fala demais, faz tudo para chamar a atenção. Se a "personalidade" da moça vai cair nas graças do público e agradar aos companheiros de confinamento, só os paredões vão dizer. E a estudante Jakeline? Chorou! Saudades de seu casal de... galináceos! Coisa mais ridícula. Já pode ligar pra eliminá-la?
PERERECA DA DERCY BRILHA NA MICROSSÉRIE
A perereca da vizinha tá presa na gaiola... Está nada! Até a próxima sexta-feira ela vai voar livremente por Dercy de Verdade, na Globo. Nossa, quantas saudades se misturaram na minha mente, enquanto via a microssérie de Maria Adelaide Amaral! Minha mãe cantando a Perereca da Dercy (epa, entrei no clima...), meu avô, contemporâneo da atriz, em Santa Maria Madalena, contando, como a cidade tinha vergonha da filha famosa quando ela foi escorraçada de lá, e como dona Margarida (mãe da ainda Dolores) sofreu nas mãos de Seu Manuel - o que, aliás, poderia ter sido mais bem explicado no episódio de estreia. E eu ficava meio tensa, porque vovô dizia que Seu Manuel, alfaiate afamado na cidade, podia ser "malvado como o quê". E o meu pai era... alfaiate!(risos). E, assim, desde menina me "solidarizei" com Dercy e comecei a admirá-la. Nas sessões de filmes brasileiros, que a Globo e a TV Brasil (antiga TVE) mantinham nas priscas eras eram apresentados Cala a Boca, Etelvina! (cujo trecho foi mostrado na microssérie), Minervina Vem Aí e Entrei de Gaiato (com o maravilhoso Zé Trindade, que virou desafeto da Dercy e acabaram fazendo um filme sem se falar), eu não perdia um. Pude revê-los em DVD e no Canal Brasil. Dercy, para mim, não era a "velha desbocada, que já estava esclerosada", como muita gente rotulava. Era a mulher batalhadora de Madalena, que correu atrás do que queria, que sugou cada segundo da vida e, como ela mesmo disse: "Não sabia pra onde ia, só sei que fui e cheguei". Isso ficou bem claro em Dercy de Verdade, com bela atuação de Heloísa Périssé. E a sempre ágil direção de Jorge Fernando. O que me fez voltar no tempo novamente. Lembrei-me do misto de respeito e paciência que Jorginho tinha ao dirigir Dercy Gonçalves, na novela Deus nos Acuda (1992). Ela já não conseguia ficar muito tempo de pé, nem decorar o texto (um amigo dos tempos da Atlântida, o ator Luiz Carlos Braga, soprava todas as falas para o ponto eletrônico da atriz), mesmo assim, colocava cacos engraçadíssimos e estava sempre de bom humor. Depois de meses cobrindo a novela quase diariamente, nos estúdios da Herbert Richers, no Rio, um dia Dercy me "descobriu" e gritou: "Você aí! Vai escrever pra falar bem de mim ou pra me esculhambar?". Antes de eu dizer da admiração que tinha pelo trabalho, pela carreira dela, ouvi: "Também não me interessa! Escreva o que quiser! Já fui muito esculhambada, tá? Mas o povo me ama!". Taí, Dercy: outro texto meu sobre você. E, só pra lembrar, eu sou povo também!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
QUEM VAI BOMBAR EM 2012
Juliana Paes - Escolhida para o papel que foi de Sonia Braga, a atriz parece ser a opção acertada para protagonizar o remake de Gabriela, escrito por Walcyr Carrasco. Talento, carisma e curvas ela tem. Vamos ver se a musa confirma o jeito malicioso, o aroma de cravo e o sabor de canela que a personagem pede.
Fátima Bernardes - O novo programa da ex-apresentadora do Jornal Nacional deve dar uma arejada nas manhãs da Globo. Se reduzir o tempo de Ana Maria Braga e do Bem Estar, já está valendo!
BBB 12 - Quando a gente pensa que o reality já deu tudo o que tinha que dar, o diretor Boninho sempre lança uma novidade e injeta fôlego no formato. É isso o que se espera da nova edição. Além de uma seleção de participantes que valham a pena assinar o pay-per-view.
Mulheres Ricas - São cinco mulheres - a empresária Val Marchiori, a socialite Narcisa Tamborindeguy, a arquiteta Brunete Fraccaroli, a joalheira Lydia Sayeg e a piloto de Fórmula Truck Débora Rodrigues - que só têm em comum uma gorda conta bancária. O programa, um misto de reality e documentário, na Band, vai mostrar que, se o dinheiro não traz felicidade, ao menos serve para comprar tudo do bom e do melhor. Ou como diz a extravagante Val Marchiori: "Dinheiro não traz felicidade. Mas leva pra chorar em Paris! De preferência na Chanel". Frases como esta devem garantir a diversão!
Avenida Brasil - A novela de João Emanuel Carneiro conta a história do jogador de futebol Tufão, vivido por Murilo Benício. No elenco, Débora Falabella, Débora Bloch, Adriana Esteves, Cauã Reymond, Carolina Ferraz, Alexandre Borges, Ísis Valverde, Glória Menezes e Tony Ramos, entre outros. Depois do sucesso da novela A Favorita e da séria A Cura, o novo texto do autor chega em abril cercado de muita expectativa.
Nanda Costa - A atriz de 25 anos vai ter sua primeira grande oportunidade como protagonista na novela de Glória Perez, ainda sem título, no segundo semestre deste ano. Nanda foi a Lilica, de Cordel Encantado, e a Soraia, de Viver a Vida. A torcida é para que ela dê conta do recado.
Carrossel - O remake da novela mexicana está previsto para estrear no segundo semestre no SBT. Isto se a emissora conseguir pacificar os bastidores da produção, agitados com demissões e gravações interrompidas. No elenco, Rosane Mulholland como a professora Helena. Resta saber como a exuberante Lívia Andrade, como Susana (rival da protagonista), e a menina prodígio Maisa, como a aluna Valéria, vão se sair sem Silvio Santos por perto para cutucá-las.
Casseta & Planeta - Depois de ficar um ano fora do ar, o humorístico volta com Maria Melilo, ex-BBB, e Miá Mello, ex-Legendários. Se Maria representar o papel de sonsa e gostosa sem noção que a fez ganhar R$ 1 milhão no reality, existe boa chance de dar certo. Quanto a Miá, espera-se que ela não repita a boboca Teena, que interpretava no programa da Record e só irritava o telespectador.
Dercy de Verdade - Se a microssérie sobre a vida da comediante desbocada mantiver o nível das biografias anteriores, vai ser mais um sucesso. A assinatura do texto por Maria Adelaide Amaral, que também escreveu Dalva e Herivelto, já é um aval de qualidade. Vamos ver como Heloísa Périssé e Fafy Siqueira se saem no papel em diferentes fases da vida de Dercy Gonçalves.
Brado Retumbante - Depois de estourar como o capitão Herculano, de Cordel Encantado, Domingos Montagner tem a chance de mostrar que é mais do que um galã rústico. Na minissérie, ele interpreta um senador que acaba assumindo o cargo de presidente. E tem como parceira a bela Maria Fernanda Cândido, que se dá ao luxo de escolher seus papéis. Isso é pra quem pode, né?!?!
Rei Davi - Mais uma minissérie bíblica da Record, com Leonardo Brício no papel de Davi. A emissora gasta milhões nesse tipo de produção, que faz um trabalho esforçado de reconstituição de época e efeitos especiais mas costuma pecar pelo desempenho de alguns protagonistas. Sem falar que o retorno em audiência é fraco. Mas não custa dar mais um crédito...
Fátima Bernardes - O novo programa da ex-apresentadora do Jornal Nacional deve dar uma arejada nas manhãs da Globo. Se reduzir o tempo de Ana Maria Braga e do Bem Estar, já está valendo!
BBB 12 - Quando a gente pensa que o reality já deu tudo o que tinha que dar, o diretor Boninho sempre lança uma novidade e injeta fôlego no formato. É isso o que se espera da nova edição. Além de uma seleção de participantes que valham a pena assinar o pay-per-view.
Mulheres Ricas - São cinco mulheres - a empresária Val Marchiori, a socialite Narcisa Tamborindeguy, a arquiteta Brunete Fraccaroli, a joalheira Lydia Sayeg e a piloto de Fórmula Truck Débora Rodrigues - que só têm em comum uma gorda conta bancária. O programa, um misto de reality e documentário, na Band, vai mostrar que, se o dinheiro não traz felicidade, ao menos serve para comprar tudo do bom e do melhor. Ou como diz a extravagante Val Marchiori: "Dinheiro não traz felicidade. Mas leva pra chorar em Paris! De preferência na Chanel". Frases como esta devem garantir a diversão!
Avenida Brasil - A novela de João Emanuel Carneiro conta a história do jogador de futebol Tufão, vivido por Murilo Benício. No elenco, Débora Falabella, Débora Bloch, Adriana Esteves, Cauã Reymond, Carolina Ferraz, Alexandre Borges, Ísis Valverde, Glória Menezes e Tony Ramos, entre outros. Depois do sucesso da novela A Favorita e da séria A Cura, o novo texto do autor chega em abril cercado de muita expectativa.
Nanda Costa - A atriz de 25 anos vai ter sua primeira grande oportunidade como protagonista na novela de Glória Perez, ainda sem título, no segundo semestre deste ano. Nanda foi a Lilica, de Cordel Encantado, e a Soraia, de Viver a Vida. A torcida é para que ela dê conta do recado.
Carrossel - O remake da novela mexicana está previsto para estrear no segundo semestre no SBT. Isto se a emissora conseguir pacificar os bastidores da produção, agitados com demissões e gravações interrompidas. No elenco, Rosane Mulholland como a professora Helena. Resta saber como a exuberante Lívia Andrade, como Susana (rival da protagonista), e a menina prodígio Maisa, como a aluna Valéria, vão se sair sem Silvio Santos por perto para cutucá-las.
Casseta & Planeta - Depois de ficar um ano fora do ar, o humorístico volta com Maria Melilo, ex-BBB, e Miá Mello, ex-Legendários. Se Maria representar o papel de sonsa e gostosa sem noção que a fez ganhar R$ 1 milhão no reality, existe boa chance de dar certo. Quanto a Miá, espera-se que ela não repita a boboca Teena, que interpretava no programa da Record e só irritava o telespectador.
Dercy de Verdade - Se a microssérie sobre a vida da comediante desbocada mantiver o nível das biografias anteriores, vai ser mais um sucesso. A assinatura do texto por Maria Adelaide Amaral, que também escreveu Dalva e Herivelto, já é um aval de qualidade. Vamos ver como Heloísa Périssé e Fafy Siqueira se saem no papel em diferentes fases da vida de Dercy Gonçalves.
Brado Retumbante - Depois de estourar como o capitão Herculano, de Cordel Encantado, Domingos Montagner tem a chance de mostrar que é mais do que um galã rústico. Na minissérie, ele interpreta um senador que acaba assumindo o cargo de presidente. E tem como parceira a bela Maria Fernanda Cândido, que se dá ao luxo de escolher seus papéis. Isso é pra quem pode, né?!?!
Rei Davi - Mais uma minissérie bíblica da Record, com Leonardo Brício no papel de Davi. A emissora gasta milhões nesse tipo de produção, que faz um trabalho esforçado de reconstituição de época e efeitos especiais mas costuma pecar pelo desempenho de alguns protagonistas. Sem falar que o retorno em audiência é fraco. Mas não custa dar mais um crédito...
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Fogueira das vaidades na vinheta de fim de ano da Globo
Era para ser uma mensagem de paz, mas virou uma fogueira de vaidades. A nova vinheta de fim de ano da Globo vem provocando uma grande ciumeira entre alguns famosos, que estão se queixando de sua pequena participação na campanha. Apesar de o cantor Roberto Carlos ser, pela primeira vez, a grande estrela da vinheta, Susana Vieira, Mateus Solano e Glória Maria já teriam manifestado sua decepção por não aparecerem no filme de 75 segundos.
Na gravação, Susana Vieira teria até abraçado Roberto Carlos. No entanto, a cena foi cortada da versão que está indo ao ar. A atriz, que se orgulha de seus 40 anos na emissora, teria ficado chateada por não ter ganhado destaque.
Já Mateus Solano decidiu comentar no Twitter sua decepção por ter ficado fora do filme. “Não me vi na vinheta de fim de ano... Mas pelo menos pude ouvir Roberto cantando à capela!”, escreveu o ator no microblog.
Glória Maria também não teria gostado de sua posição durante a gravação. A jornalista ficou na terceira fila do coral de estrelas da emissora.
Mas os famosos que não apareceram na campanha de fim de ano da Globo ainda podem dar as caras. De acordo com a assessoria de imprensa da emissora, foram gravadas cinco versões da vinheta, com diferentes takes dos artistas que fazem parte do coral de luxo para Roberto Carlos, o que vai permitir que todos apareçam.
Ainda segundo a emissora, já estão no ar duas versões da campanha. Há mais três para serem exibidas.
Este ano, 130 estrelas da Globo — entre atores, apresentadores e jornalistas — participam da tradicional vinheta. Além de trazer Roberto Carlos cantando o tema ‘Um Novo tempo’, o filme mostra os apresentadores interpretando pessoas comuns, entre eles Fausto Silva como garçom, Xuxa como babá e William Bonner como carteiro.
Publicada em O DIA, em 07/12/2011
Na gravação, Susana Vieira teria até abraçado Roberto Carlos. No entanto, a cena foi cortada da versão que está indo ao ar. A atriz, que se orgulha de seus 40 anos na emissora, teria ficado chateada por não ter ganhado destaque.
Já Mateus Solano decidiu comentar no Twitter sua decepção por ter ficado fora do filme. “Não me vi na vinheta de fim de ano... Mas pelo menos pude ouvir Roberto cantando à capela!”, escreveu o ator no microblog.
Glória Maria também não teria gostado de sua posição durante a gravação. A jornalista ficou na terceira fila do coral de estrelas da emissora.
Mas os famosos que não apareceram na campanha de fim de ano da Globo ainda podem dar as caras. De acordo com a assessoria de imprensa da emissora, foram gravadas cinco versões da vinheta, com diferentes takes dos artistas que fazem parte do coral de luxo para Roberto Carlos, o que vai permitir que todos apareçam.
Ainda segundo a emissora, já estão no ar duas versões da campanha. Há mais três para serem exibidas.
Este ano, 130 estrelas da Globo — entre atores, apresentadores e jornalistas — participam da tradicional vinheta. Além de trazer Roberto Carlos cantando o tema ‘Um Novo tempo’, o filme mostra os apresentadores interpretando pessoas comuns, entre eles Fausto Silva como garçom, Xuxa como babá e William Bonner como carteiro.
Publicada em O DIA, em 07/12/2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
TROLLANDO COM AMANDA: O PIOR DO PIOR DO MUNDO
Por que a inconveniência tem que ser a marca de um repórter? E por repórter estou falando de quem faz perguntas que sejam publicadas ou exibidas na TV, já que não há mais exigência de diploma para exercer o jornalismo. Qualquer um vai pra rua, faz e desfaz, humilha, ridiculariza, não traz informação, e pior: atrapalha quem está realmente trabalhando, quem é repórter de verdade. Pensei em tudo isso por causa do quadro Trollando, do Pânico na TV!. Como a personagem de Amanda Ramalho - acredito que seja uma persona criada para incomodar, porque ninguém pode viver com toda aquela amargura - não estava dando certo, já que o programa descobriu que ridicularizar e ofender entrevistados não é o melhor negócio, resolveram colocá-la em dupla, na porta de um teatro, em dia de estreia. E logo com quem? Evandro Santo, o eterno Christian Pior. Safo, inteligente, mordaz na medida certa e com um ego tão grande quanto o das celebridades abordadas, o humorista não deixava Amanda dar suas "trolladas", porque sabia que reencontraria as mesmas pessoas numa próxima matéria e que elas, possivelmente, o evitariam. E também pra mostrar à moça quem era o dono do pedaço. Irritada, Amanda mandava Evandro calar a boca, dar-lhe mais espaço, falava junto com ele, fazia a linha deslumbrada, num momento de vergonha alheia total para quem vive de entrevistar com responsabilidade e educação as pessoas. No final, ela disse que não queria mais trabalhar com o humorista e mandou um "até a semana que vem, sozinha!". E fiquei aqui pensando... Quem quer ver Amanda Ramalho agredindo gratuitamente artistas ou disputando com Christian Pior a elaboração da piada mais humilhante? Por que dizer, por exemplo, a Ellen Rocche que sua carreira só deslanchou agora "porque ela largou aquele cara que era péssimo ator (Ricardo Macchi)" e ainda chamando Macchi de burro, entre outras coisas. Ellen defendeu-se como pôde. Mas, vem cá, ela foi ao teatro para defender-se de ofensas? Por que atrapalhar o trabalho um repórter que está ralando na noite, pra falar mal do ex-namorado de Ellen Rocche? Isso é engraçado? Bom, deve haver quem ache. Só isso explica essa insistência da "trollagem" de Amanda no Pânico.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O Astro: final digno de um bruxo de araque
O remake de uma novela dificilmente supera o original. Com a versão de O Astro, adaptada por Geraldo Carneiro e Alcides Nogueira da obra de Janete Clair, não foi diferente. A produção teve qualidades, sim, mas pecou na reta final, quando as cenas foram tão picotadas que mais pareciam uma colagem de videoclipe. A impressão foi de que os autores tiveram que correr muito com os desfechos porque não havia mais tempo para desenvolvê-los. Em alguns momentos, essa rapidez atrapalhou a amarração e compreensão da trama. Mas nada se compara aos surpreendentes penúltimo e último capítulos. A transformação de Herculano Quintanilha (Rodrigo Lombardi) em uma pomba foi um dos momentos mais ridículos da TV brasileira este ano. A desculpa do realismo fantástico - só porque o bruxo passou a novela inteira fazendo pequenos truques - não cola. Fiquei com a sensação de estar assistindo a outra novela: Os Mutantes, na qual todos os personagens viravam bicho. Qualquer referência à Saramandaia (1976, de Dias Gomes) é uma triste e infeliz comparação.
O final foi ainda mais risível. O que foi aquele circo armado pelo delegado paspalhão vivido por Daniel Dantas para revelar o assassino de Salomão Hayalla (Daniel Filho)? Para morrer, o ricaço precisou ser dopado pelo mordomo, levar uma coronhada do irmão e só depois ser empurrado janela abaixo por Clô (Regina Duarte). OK, valeu pela homenagem a Regina, que mesmo abusando das caras e bocas teve bons momentos na trama - até porque, desde o início, a novela não mostrou compromisso algum com o tom naturalista. Mas não deu pra engolir a prova recolhida contra a perua: além do tufo de cabelo retirado das mãos do morto, um botão de plástico que caiu da roupa de luxo dela! O estilista da personagem devia ser um vanguardista da moda. Mais patéticas ainda foram a prisão de Samir (Marco Ricca) e a morte de Neco (Humberto Martins), apesar de seus respectivos intérpretes terem feito ótimo trabalho. Já o suicídio de Magda (Rosamaria Murtinho) teve um toque poético. O desfecho de Herculano teve a pressa que marcou os últimos capítulos. Depois de forjar a própria morte - numa cena ambígua -, o astro aparece numa ilha deserta com Amanda (Carolina Ferraz) e o filho, a quem ensina seus truques. Final digno de um bruxo de meia tigela.
O final foi ainda mais risível. O que foi aquele circo armado pelo delegado paspalhão vivido por Daniel Dantas para revelar o assassino de Salomão Hayalla (Daniel Filho)? Para morrer, o ricaço precisou ser dopado pelo mordomo, levar uma coronhada do irmão e só depois ser empurrado janela abaixo por Clô (Regina Duarte). OK, valeu pela homenagem a Regina, que mesmo abusando das caras e bocas teve bons momentos na trama - até porque, desde o início, a novela não mostrou compromisso algum com o tom naturalista. Mas não deu pra engolir a prova recolhida contra a perua: além do tufo de cabelo retirado das mãos do morto, um botão de plástico que caiu da roupa de luxo dela! O estilista da personagem devia ser um vanguardista da moda. Mais patéticas ainda foram a prisão de Samir (Marco Ricca) e a morte de Neco (Humberto Martins), apesar de seus respectivos intérpretes terem feito ótimo trabalho. Já o suicídio de Magda (Rosamaria Murtinho) teve um toque poético. O desfecho de Herculano teve a pressa que marcou os últimos capítulos. Depois de forjar a própria morte - numa cena ambígua -, o astro aparece numa ilha deserta com Amanda (Carolina Ferraz) e o filho, a quem ensina seus truques. Final digno de um bruxo de meia tigela.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Pan na Record: tietagem e patriotada na transmissão
Ter exclusividade em evento esportivo não é garantia de aprovação. Ao contrário. Os erros ficam muito mais evidentes. E as críticas são inevitáveis! A Record mandou mais de 200 pessoas para cobrir os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, mas quantidade não significa qualidade. Há muita gente boa na equipe, sim, mas é impossível passar por uma cobertura desse porte sem nenhuma mácula. A repórter Adriana Araújo, que entrevista os nadadores brasileiros, nem espera que eles retomem o fôlego após saírem da piscina para abordá-los. É o trabalho dela, sim, mas a tentativa de parecer íntima dos atletas dá uma vergonha danada. Parece tietagem. Sem falar que as perguntas nunca são, digamos, instigantes... A câmera exclusiva é um bom recurso para mostrar alguma cena interessante, só não pode ser banalizada como vem acontecendo. O ufanismo dá o tom das transmissões. Patriotada sem senso crítico. Os locutores não se limitam a narrar o que estão vendo, torcem descaradamente - e ainda falam do Galvão Bueno! Com toda sinceridade, acho que, em outra emissora, não seria diferente. Essa é uma característica da TV brasileira. A propósito, a Globo está prestando um desserviço ao seu público ignorando o Pan. Deixar de noticiar a competição é uma maneira torta e burra de vingar a perda do direito de transmissão para a concorrente.
Na Record, a cerimônia de abertura teve um quê de Carnaval. Os apresentadores Maurício Torres e Ana Paula Padrão (foto acima) narraram os defiles das delegações como se fossem evolução de escolas de samba. O toque momesco foi dado pelos brasileiros, com chapéus Panamá e camisas verdes, amarelas e azuis, dançando e fazendo trenzinho. Zé Carioca perde! Outra coisa: Maurício e principalmente Ana Paula estavam deslumbradíssimos com a festa, tanto que achavam tudo maravilhoso. Em termos de pirotecnia e tecnologia, o espetáculo foi realmente bonito, só que não dava pra engolir aqueles grupos mexicanos.
Na Record, a cerimônia de abertura teve um quê de Carnaval. Os apresentadores Maurício Torres e Ana Paula Padrão (foto acima) narraram os defiles das delegações como se fossem evolução de escolas de samba. O toque momesco foi dado pelos brasileiros, com chapéus Panamá e camisas verdes, amarelas e azuis, dançando e fazendo trenzinho. Zé Carioca perde! Outra coisa: Maurício e principalmente Ana Paula estavam deslumbradíssimos com a festa, tanto que achavam tudo maravilhoso. Em termos de pirotecnia e tecnologia, o espetáculo foi realmente bonito, só que não dava pra engolir aqueles grupos mexicanos.
Show de humilhação e vergonha alheia
O japonês que participa do quadro Jô Suado, do Pânico na TV, pode até achar que está fazendo comédia, mas o que ele vem sofrendo na mão de Eduardo Sterblitch (o Polvilho) não tem a menor graça. Levar tapa na cara ou na bunda, ser ridicularizado com piadas (piadas?) de natureza sexual, ficar praticamente nu em cena... Isso é engraçado? Com o corpo pintado de verde, ele deve precisar muito do cachê para se submeter a tanta humilhação. E Polvilho é bom comediante, pode fazer melhor do que isso.
Que Rodrigo Faro que nada! A melhor imitação de Justin Bieber foi feita por Anderson Silva, nosso campeão mundial de UFC. O lutador pagou um King Kong ao se vestir como o astro canadense e dançar no programa Caldeirão do Huck. O pior (ou melhor) é que Anderson pareceu estar bem à vontade no palco, soltinho, familiarizado com a coreografia. Quem sabe, quando abandonar o octógono, ele não siga a carreira artística!
Pérola: "Este também é meu neto, mas nasceu de noite", disse Raul Gil, apontando para um menino negro, integrante de um grupo infantil. O apresentador deve estar fazendo escola com o patrão Silvio Santos.
O que foi aquele final de Morde e Assopra? Uma mistura de Parque dos Dinossauros com Viagem ao Centro da Terra. O autor Walcyr Carrasco não economizou nas referências cinematográficas e mergulhou na fantasia. A viagem de Júlia (Adriana Esteves) e Abner (Marcos Pasquim) ao centro da terra, após entrarem numa caverna, pecou pelo excesso, ridículo até. Divertido mesmo foi o show de Áureo (André Gonçalves) e Elaine (Otaviano Costa) como drag queens. Já a morte de Dulce (Cássia Kiss) deu o tom dramático do último capítulo. A propósito, Cássia sobrou na novela.
Que Rodrigo Faro que nada! A melhor imitação de Justin Bieber foi feita por Anderson Silva, nosso campeão mundial de UFC. O lutador pagou um King Kong ao se vestir como o astro canadense e dançar no programa Caldeirão do Huck. O pior (ou melhor) é que Anderson pareceu estar bem à vontade no palco, soltinho, familiarizado com a coreografia. Quem sabe, quando abandonar o octógono, ele não siga a carreira artística!
Pérola: "Este também é meu neto, mas nasceu de noite", disse Raul Gil, apontando para um menino negro, integrante de um grupo infantil. O apresentador deve estar fazendo escola com o patrão Silvio Santos.
O que foi aquele final de Morde e Assopra? Uma mistura de Parque dos Dinossauros com Viagem ao Centro da Terra. O autor Walcyr Carrasco não economizou nas referências cinematográficas e mergulhou na fantasia. A viagem de Júlia (Adriana Esteves) e Abner (Marcos Pasquim) ao centro da terra, após entrarem numa caverna, pecou pelo excesso, ridículo até. Divertido mesmo foi o show de Áureo (André Gonçalves) e Elaine (Otaviano Costa) como drag queens. Já a morte de Dulce (Cássia Kiss) deu o tom dramático do último capítulo. A propósito, Cássia sobrou na novela.
sábado, 8 de outubro de 2011
Ellen Roche arrasa em cena sensual
De roupa de couro preta, Ellen Roche mostra do que é capaz numa cena sensual em O Astro. Sua personagem, a Valéria, castiga Samir (Marco Ricca), algemado na cama. Rola até chicote e pingo de vela no corpo do amante. "Quem é que manda aqui?", questiona a loura, revoltada com o vilão que a deixou em segundo plano. Fetiche total. E a moça ainda fala em mudança de imagem...
Confira a cena.
http://oastro.globo.com/videos/t/cenas/v/cena-0710-valeria-castiga-samir/1655837/
Confira a cena.
http://oastro.globo.com/videos/t/cenas/v/cena-0710-valeria-castiga-samir/1655837/
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Band põe mordaça em Rafinha
Rafinha Bastos está pagando pela língua. Suspenso do CQC, o humorista vai ter tempo para refletir sobre as piadas de mau gosto que disse no programa. Não dá para achar graça de comentários infelizes como o que ele fez sobre a gravidez da cantora Wanessa Camargo: "Eu comeria ela e o bebê". Quando chamou de cadela a apresentadora Daniela Albuquerque, da RedeTV!, Rafinha já havia passado dos limites. A retratação pública ficou barato. Agora, a punição aplicada pela Band é vista como censura por alguns, por acharem que o humor - como qualquer outra forma de expressão artística - não obedece regras. Mas não é bem assim. Rafinha errou na dose e resvalou na ofensa pessoal. Desta vez, o azar dele é que gente muito influente, como Ronaldo Fenômeno, amigo de Marcos Buaiz, marido de Wanessa, entrou no circuito.
Nesta segunda-feira (dia 3/10), Mônica Iozzi assumiu a bancada no lugar de Rafinha e não disse a que veio. Ou melhor, para não se comprometer, evitou piadas que pudessem ser mal interpretadas. Se voltar ao programa, quem sabe Rafinha não siga o exemplo da colega. Ninguém espera que ele seja fofo, mas precisa manter o mínimo de compostura.
Uma questão ainda não ficou clara: se a Band resolveu colocar temporariamente uma mordaça no humorista e ainda estuda o que vai ser do seu futuro, por que não veio a público anunciar sua punição? Em vez disso, a emissora orientou os outros integrantes do programa a não falarem sobre o caso. Isso, sim, pode ser interpretado como censura.
Nesta segunda-feira (dia 3/10), Mônica Iozzi assumiu a bancada no lugar de Rafinha e não disse a que veio. Ou melhor, para não se comprometer, evitou piadas que pudessem ser mal interpretadas. Se voltar ao programa, quem sabe Rafinha não siga o exemplo da colega. Ninguém espera que ele seja fofo, mas precisa manter o mínimo de compostura.
Uma questão ainda não ficou clara: se a Band resolveu colocar temporariamente uma mordaça no humorista e ainda estuda o que vai ser do seu futuro, por que não veio a público anunciar sua punição? Em vez disso, a emissora orientou os outros integrantes do programa a não falarem sobre o caso. Isso, sim, pode ser interpretado como censura.
Rock in Rio: até que enfim acabou, bebê
O Multishow parece ter entendido o recado. Após o bombardeio de críticas na primeira semana de cobertura do Rock in Rio, o canal se redimiu, em parte, na segunda semana, corrigindo algumas falhas. A principal delas diz respeito às apresentadoras Didi Wagner e Luisa Micheletti. Ponto fraco da cobertura, a dupla foi socorrida com fichas contendo mais informações sobre as bandas, além de saírem mais do estúdio para fazer entrevistas. Os intervalos entre um show e outro deixaram de ser um suplício, uma encheção de linguiça sem fim, até porque a emissora também preencheu esse tempo com reportagens gravadas. O resultado das mudanças é que as apresentadoras cometeram menos gafes.
Mesmo assim, elas não escaparam de momentos constrangedores, como a entrevista com os mexicanos do Maná. Didi assumiu não falar espanhol, enquanto Luisa fazia perguntas em inglês, e os músicos respondiam ora em inglês, ora em espanhol e, às vezes, em bom 'portunhol'.
A emissora também soube aproveitar melhor as câmeras nos bastidores, mostrando os músicos antes e depois de se apresentarem. Apesar do nervosismo, Didi marcou ponto ao entrevistar, ao vivo, os integrantes do Coldplay momentos antes de começarem o show. Mas uma pergunta não quer calar: por que entrevistar a Shakira em inglês se a cantora colombiana sabe falar muito bem o português?
Já Beto Lee limitou-se a narrar quem entrava e quem saía do palco, além de fazer comentários óbvios que nada acrescentavam à transmissão. Na área Vip, Dani Monteiro teve o trabalho facilitado ao se deparar com entrevistados falastrões como William Bonner, que mostrou muito bom humor ao defender o ecletismo musical do Rock in Rio, e Malvino Salvador, que fez piadinha sobre Axl Rose e revelou: na adolescência, imitava o líder do Guns'n Roses usando até uma peruca. Mas, se tem uma coisa que marcou a cobertura do RiR, foi a divertida entrevista de Dani com Christiane Torloni. A frase da atriz já virou slogan para as próximas edições do festival: "Hoje é dia de rock, bebê".
Mesmo assim, elas não escaparam de momentos constrangedores, como a entrevista com os mexicanos do Maná. Didi assumiu não falar espanhol, enquanto Luisa fazia perguntas em inglês, e os músicos respondiam ora em inglês, ora em espanhol e, às vezes, em bom 'portunhol'.
A emissora também soube aproveitar melhor as câmeras nos bastidores, mostrando os músicos antes e depois de se apresentarem. Apesar do nervosismo, Didi marcou ponto ao entrevistar, ao vivo, os integrantes do Coldplay momentos antes de começarem o show. Mas uma pergunta não quer calar: por que entrevistar a Shakira em inglês se a cantora colombiana sabe falar muito bem o português?
Já Beto Lee limitou-se a narrar quem entrava e quem saía do palco, além de fazer comentários óbvios que nada acrescentavam à transmissão. Na área Vip, Dani Monteiro teve o trabalho facilitado ao se deparar com entrevistados falastrões como William Bonner, que mostrou muito bom humor ao defender o ecletismo musical do Rock in Rio, e Malvino Salvador, que fez piadinha sobre Axl Rose e revelou: na adolescência, imitava o líder do Guns'n Roses usando até uma peruca. Mas, se tem uma coisa que marcou a cobertura do RiR, foi a divertida entrevista de Dani com Christiane Torloni. A frase da atriz já virou slogan para as próximas edições do festival: "Hoje é dia de rock, bebê".
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Rock in Rio: cobertura desastrosa no Multishow
Um desastre a cobertura dos três primeiros dias de Rock in Rio pelo Multishow. À exceção dos shows em si, o canal mostrou despreparo para transmitir um evento ao vivo ao longo de 12 horas. Um dos problemas é a dupla de apresentadoras, as ex-VJs Didi Wagner e Luisa Micheletti (na foto com Claudia Leitte), que não têm informação nem jogo de cintura para ancorar. As duas ficam totalmente perdidas, sem ter o que falar - ou dizendo bobagens -, quando precisam preencher o tempo antes dos shows. Não sabem improvisar, além de não terem conhecimento sobre os artistas que se apresentam. No desespero, elas passam a bola para o músico Beto Lee, que também não dá conta e devolve a batata quente rapidinho para o estúdio. O jogo de empurra segue com o humorista Fernando Caruso. Na pista, em meio ao público, ele tem a missão ingrata de fazer humor. Difícil ser divertido ou criativo com um bando de gente gritando, fazendo careta e querendo aparecer na TV. No sábado, o máximo que ele conseguiu foi uma disputa entre fãs do Red Hot para ver quem comia mais pimenta. Não teve graça.
Outra escolha equivocada foi a de Dani Monteiro para fazer entrevistas na área vip. No primeiro dia de festival, foi um show de gafes e momentos constrangedores. A conversa com a atriz Christiane Torloni, a Tereza Cristina de Fina Estampa, foi de rolar de rir. A repórter perguntava uma coisa, e a atriz respondia outra. "Hoje é dia de rock, bebê", disse Torloni. As imagens foram parar no YouTube e viraram hit.
Falta ao Multishow uma espécie de Lecy Brandão do rock, um comentarista que conheça e fale com autoridade sobre todos os tiozinhos e vovôs roqueiros. No Carnaval, isso faz a diferença. Quem sabe não funcionaria no Rock in Rio. Vamos ver como o canal vai se sair nos últimos dias de festival.
Outra escolha equivocada foi a de Dani Monteiro para fazer entrevistas na área vip. No primeiro dia de festival, foi um show de gafes e momentos constrangedores. A conversa com a atriz Christiane Torloni, a Tereza Cristina de Fina Estampa, foi de rolar de rir. A repórter perguntava uma coisa, e a atriz respondia outra. "Hoje é dia de rock, bebê", disse Torloni. As imagens foram parar no YouTube e viraram hit.
Falta ao Multishow uma espécie de Lecy Brandão do rock, um comentarista que conheça e fale com autoridade sobre todos os tiozinhos e vovôs roqueiros. No Carnaval, isso faz a diferença. Quem sabe não funcionaria no Rock in Rio. Vamos ver como o canal vai se sair nos últimos dias de festival.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
'Pânico' não sabe a hora de parar
Brincadeira - com ou sem graça - tem limite. Um dos problemas do Pânico na TV é que o programa não sabe a hora de parar. A piada sobre a cinturinha do Zeca Camargo já deu o que tinha que dar. Rendeu até críticas do próprio apresentador, que chamou de bullying essa perseguição contra ele, em seu blog no G1. Mas o humorístico da RedeTV! voltou ao tema este domingo, lançando uma nova campanha boboca: o povo do Twitter foi convocado a escolher um dos seus apresentadores para engordar até chegar aos 104kg, peso que Zeca teria alcançado após sua participação no quadro Medida Certa, do Fantástico. Tudo isso para se ter a ideia da real circunferência abdominal do apresentador.
O Pânico já debochou da forma roliça de Zeca ao mostrar sua pancinha e seus pneuzinhos. Era a hora de encerrar o assunto por cima. Ao persistir nele, só reforça a suspeita de que está faltando pauta e criatividade. E sobra apelação!
O Pânico já debochou da forma roliça de Zeca ao mostrar sua pancinha e seus pneuzinhos. Era a hora de encerrar o assunto por cima. Ao persistir nele, só reforça a suspeita de que está faltando pauta e criatividade. E sobra apelação!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Duende Verde pega o banquinho e sai de mansinho
Assim como as novelas, é comum os reality shows apresentarem participantes com estereótipos. Existe o bom moço, a mocinha, o vilão, o falso, o engraçado, a deprimida, a barraqueira... Em A Fazenda 4, não é difícil encaixar cada peão numa categoria. Gui Pádua, o Duende Verde - o que é aquele cabelo? -, faz o papel do antagonista, odiado pelo público e pelos companheiros de confinamento. O paraquedista brigou com todo mundo, ofendeu, fez intrigas, mas recebeu o merecido castigo popular, sendo eliminado com 72% dos votos na roça contra Monique Evans, a Titia. Gui pegou o banquinho - onde tinha tanto medo de se sentar - e saiu de mansinho!
Sem o Duende Verde, o jogo não será mais o mesmo. Só não perde a graça porque Dinei, a Vera Verão (ou Duas Caras?), ainda permanece na fazenda, para dar escândalo, tricotar e fazer xixi nas coisas dos outros. O ex-jogador é especialista em leva-e-traz. Mas a xerifa Joana Machado, que adora um barraco, está lá para botar o cabresto no corintiano. Ela só não pode errar a mão ao tentar enquadrar todos os peões.
Sem o Duende Verde, o jogo não será mais o mesmo. Só não perde a graça porque Dinei, a Vera Verão (ou Duas Caras?), ainda permanece na fazenda, para dar escândalo, tricotar e fazer xixi nas coisas dos outros. O ex-jogador é especialista em leva-e-traz. Mas a xerifa Joana Machado, que adora um barraco, está lá para botar o cabresto no corintiano. Ela só não pode errar a mão ao tentar enquadrar todos os peões.
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